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Esta foi a mensagem deixada pela Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto, na sessão solene de encerramento das comemorações dos 500 anos de elevação de Lagoa a vila e a sede de concelho e dos 10 anos de cidade, que teve lugar, esta sexta-feira, no Cineteatro Lagoense Francisco d’Amaral Almeida.

A sessão de abertura da sessão solene iniciou com um momento musical protagonizado pelo Coro Infantil da Associação Musical de Lagoa. Seguiu-se a intervenção da presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto, que referiu ser “uma honra ter a coincidência histórica e temporal de viver esta data e ter tido a responsabilidade de assinalá-la, porque só faz sentido celebrar o passado quando nele se inscreve uma certeza de presente e uma esperança de futuro”.

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A edilidade recordou que “o programa de comemoração organizado pelo município revisitou várias épocas e falou de múltiplos aspetos de uma sociedade e do nosso território”, aproveitando por agradecer a todos os envolvidos na organização dos vários eventos.

Falando do passado, mas olhando para o futuro, Cristina Calisto salientou que “passados 500 anos e lançando um olhar sobre os cinco séculos de história, podemos afirmar que muitos objetivos foram conseguidos, mas queremos mais para a Lagoa e ainda há muito trabalho a realizar e mais objetivos a cumprir, como a passagem da Unidade de Saúde a Centro de Saúde, a amarração do cabo submarino na zona do Tecnoparque, uma seção destacada dos Bombeiros Voluntários com um centro de formação e treino e a melhoria das respostas sociais no concelho”.

A Presidente lembrou, ainda, a promessa do atual Governo Regional, deixada aos lagoenses, de um novo Lar de Idosos no concelho.

Em seguida, a autarquia lagoense homenageou três instituições do concelho, com atribuição de medalha e diploma de mérito municipal, nomeadamente à Associação Cultural Jovem Pauense, ao Grupo Musical Sempr’Abrir e ao Grupo Animadores do Divino.

De acordo com Cristina Calisto, “reconhecer os bons serviços e a dedicação desses grupos e instituições é reconhecer-lhes o trabalho, o empenho e a resiliência no cumprimento da sua missão e no seu compromisso com o concelho, onde todas apresentam percursos conhecidos que merecem ser reconhecidos. Todas constituem exemplo de entrega, de serviço ao próximo e de responsabilidade, pela sua disponibilidade colaborativa e pelo seu dinamismo recreativo e cultural”.

Teve, ainda, lugar a atribuição de um voto de louvor à emigrante lagoense Patrícia Borges. Natural da Vila de Água de Pau, emigrou para a cidade de Toronto, no Canadá, onde se encontra radicada. De acordo com a autarquia lagoense, Patrícia Borges é “um exemplo de dedicação à Lagoa e, apesar de longe, nunca esquece nem descura a sua terra natal, cooperando nos intercâmbios culturais que são mantidos”. Foi, assim, entregue o voto de louvor “como reconhecimento pelo seu mérito, coragem, determinação, adaptação e resiliência no Canadá, onde se firmou como uma emigrante lagoense de sucesso”.

A cerimónia prosseguiu com duas palestras, uma pela Professora Maria Margarida Vaz do Rego Machado, sob o tema «Poder Local e Poder Central: Convergência e divergências durante os séculos XVI e XVIII», e outra pelo Professor Paulo Jorge Amaral Borges sob o tema «Desafios ambientais futuros do concelho de Lagoa».

Teve, ainda, lugar a atribuição de um voto de louvor à emigrante lagoense Patrícia Borges. Natural da Vila de Água de Pau, emigrou para a cidade de Toronto, no Canadá, onde se encontra radicada. De acordo com a autarquia lagoense, Patrícia Borges é “um exemplo de dedicação à Lagoa e, apesar de longe, nunca esquece nem descura a sua terra natal, cooperando nos intercâmbios culturais que são mantidos”. Foi, assim, entregue o voto de louvor “como reconhecimento pelo seu mérito, coragem, determinação, adaptação e resiliência no Canadá, onde se firmou como uma emigrante lagoense de sucesso”.

A cerimónia prosseguiu com duas palestras, uma pela Professora Maria Margarida Vaz do Rego Machado, sob o tema «Poder Local e Poder Central: Convergência e divergências durante os séculos XVI e XVIII», e outra pelo Professor Paulo Jorge Amaral Borges sob o tema «Desafios ambientais futuros do concelho de Lagoa».

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