No final de uma noite eleitoral, em que o CDS-PP elegeu um deputado, Nuno Melo, a presidente centrista, Assunção Cristas, admitiu ainda que se confirmou que a abstenção, em redor dos 70%, foi “o maior obstáculo” do partido.

“Compreendemos bem o sinal que os eleitores nos quiseram dar”, afirmou, sem explicar melhor.

Outros fatores que, segundo Assunção Cristas, contribuíram para o resultado do CDS-PP, em torno dos 6%, foi a “polarização dos votos à direita”.

Imediatamente antes, falou para o interior do partido, que dentro de quatro meses disputa novas eleições, legislativas, em 06 de outubro, afirmando: “Temos um partido forte, unido, dinâmico, entusiasmado.”