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O Chega/Açores defendeu hoje uma “intervenção urgente” do executivo açoriano junto do Governo da República para que “se acabe com a burocracia” no Subsídio Social de Mobilidade aérea entre a região e o continente.

Em comunicado, o partido adianta que enviou hoje à Assembleia Legislativa Regional um projeto de resolução a recomendar que os açorianos devem pagar, no ato da reserva da viagem “apenas os 134 euros e não desembolsarem antecipadamente valores por vezes exorbitantes, deixando, assim, de haver adiantamentos e os respetivos reembolsos”.

Para o Chega/Açores, que tem um deputado no parlamento regional, José Pacheco, que também é líder do partido, o executivo açoriano e Governo da República devem fixar um teto máximo para as taxas de emissão de bilhetes nas viagens entre o arquipélago e o continente “pela defesa dos legítimos interesses dos Açores”.

Citado na nota, José Pacheco recorda que o Subsídio de Mobilidade, que existe desde 2011, implica o pagamento antecipado da viagem “o que, por vezes, se torna incomportável para a maioria das famílias, que não tem o montante exigido disponível na altura da reserva”.

Além disso, depois de realizada a viagem os passageiros têm de deslocar-se aos CTT para serem reembolsados da diferença, acrescenta o Chega/Açores.

“Tal com está desenhado, o Subsídio Social de Mobilidade não é justo e coloca em causa a coesão e a justiça social”, afirma José Pacheco, que defende a “redução ou mesmo eliminação total da carga burocrática” imputada aos passageiros residentes nos Açores.

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