José Pacheco e Carlos Furtado, deputados do Chega/Açores

Numa altura em que existe uma clara diferença da situação epidemiológica entre São Miguel e as restantes ilhas, o Chega Açores entende ser um erro em termos de risco de saúde pública, a realização do plenário de janeiro de forma presencial, na cidade da Horta.

A posição do Chega assenta ainda no facto de a possibilidade de propagação da situação que se vive em São Miguel, se estender a outras ilhas, nomeadamente a ilhas onde não existe hospital, é um risco desnecessário que se deve evitar, principalmente porque a realização do plenário por videoconferência, garante o decurso prático dos trabalhos parlamentares.

A posição do Chega foi igualmente defendida pelos outros dois maiores partidos com assento parlamentar na Assembleia Regional, levando a que o plenário de janeiro, por força de maioria parlamentar, se venha a realizar por videoconferência.

Para o Chega Açores no momento exige-se o maior sentido de cidadania por parte das forças partidárias, devendo estas abdicar de propósitos políticos, em benefício da saúde pública, ao mesmo tempo que a realização deste plenário de forma não presencial representará em traços largos, uma poupança de custos acima dos cinquenta mil euros.