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“Em contexto de pandemia, a rapidez é um fator fundamental de decisão. É fundamental ser rápido na tomada de medidas para controlar a propagação do vírus. É por isso que propomos acelerar a fase de diagnóstico, nomeadamente a realização de testes e obtenção dos respetivos resultados”, afirmou a líder da bancada parlamentar centrista, Catarina Cabeceiras, citada em comunicado de imprensa.

Catarina Cabeceiras

O CDS-PP integra juntamente com PSD e PPM a coligação que formou Governo nos Açores e tomou posse no dia 24 de novembro de 2020.

A região tem atualmente 879 casos positivos ativos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19, dos quais 839 em São Miguel, 33 na Terceira, cinco nas Flores e dois no Faial.

Hoje foram registados 64 novos casos, sendo 60 em São Miguel, três nas Flores e um na Terceira.

Catarina Cabeceiras defendeu que os testes rápidos, que permitem obter resultados em 15 a 30 minutos, são uma ferramenta para a célere implementação de medidas de controlo da transmissão do novo coronavírus, “especialmente nesta fase em que é notório o aumento de novos casos de covid-19, quer a nível regional, quer nacional e internacional”.

“É necessário promover os meios necessários à efetivação da testagem de antigénio”, frisou, considerando que os testes são “muito úteis na despistagem sistemática das populações e em contextos como as escolas e os lares de idosos, em que pode ser necessária a realização de um número elevado de testes para aferir com rapidez eventuais contágios, ajudando também à prevenção”.

A deputada centrista alertou ainda para o “aumento da pressão sobre os sistemas públicos de saúde com limitados recursos materiais, financeiros e sobretudo humanos”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.963.557 mortos resultantes de mais de 91,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.080 pessoas dos 496.552 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.