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O CDS-PP/Açores afirmou que a “verdadeira alternativa” à governação do Partido Socialista nos Açores “só pode ser feita” pelos centristas, apelando para o voto no partido para retirar a maioria absoluta do PS.

O líder do CDS na região, Artur Lima, disse esperar que “haja uma verdadeira alternativa nos Açores” nas próximas eleições legislativas regionais, em 25 de outubro, realçando que “essa alternativa só pode ser feita pelo CDS, retirando a maioria absoluta ao Partido Socialista”.

Artur Lima falava à saída do Tribunal Judicial de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, onde entregou as listas dos candidatos do CDS às eleições pelo círculo de compensação.

O dirigente centrista adiantou disse que o objetivo do partido para as próximas eleições é aumentar o grupo parlamentar, elegendo o cabeça de lista por São Miguel, Nuno Gomes.

Para o líder do CDS no arquipélago, “toda a gente já percebeu que o PSD não tem alma, não tem ânimo e não vai ganhar as eleições” regionais.

“Portanto, só há uma alternativa para fazer funcionar a democracia tal qual funcionou entre 96 e 2000: retirar a maioria absoluta ao Partido Socialista. Quem é que a pode retirar? O CDS”, prosseguiu.

Artur Lima expressou o desejo de que os açorianos façam a avaliação da atuação dos partidos no parlamento, “comparando o trabalho dos grupos parlamentares ao nível da propositura, ao nível da qualidade e ao nível do empenho”.

“Na política não é tudo igual e deve ser premiado quem mais trabalhou na defesa dos açorianos e eu não tenho dúvida nenhuma de que os açorianos vão dar-nos esse reconhecimento. Por isso, só esperamos ter um belo resultado, um bom resultado”, afirmou.

O também líder parlamentar do partido na Assembleia Legislativa Regional afirmou que o CDS pretende oferecer “uma alternativa aos jovens”, com “possibilidades de emprego e não de programas ocupacionais”.

Questionado sobre a possível perda de eleitorado para partidos da área da direita que concorrem pela primeira vez às regionais dos Açores (Chega e Iniciativa Liberal), Artur Lima frisou que “todos os partidos têm direito a concorrer” e que cabe ao “eleitorado fazer a sua escolha”.

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