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O presidente do PS e antigo líder do Governo açoriano, Carlos César, lamentou hoje a morte do antigo ministro da República para os Açores Sampaio da Nóvoa, lembrando a sua compreensão das realidades do arquipélago.

“O falecimento de Alberto Sampaio da Nóvoa é uma muito triste notícia neste final de ano. Enquanto ministro da República para os Açores apreciei muito o seu bom senso, a sua compreensão das realidades açorianas, a sua bonomia e, até, o seu sentido de humor”, refere Carlos César, numa declaração enviada à agência Lusa.

Salientando que Sampaio da Nóvoa agiu, no exercício das suas competências, “sempre sem nunca prejudicar a convicção e a firmeza que usou discretamente e quando necessárias”, Carlos César diz ter ficado seu “sincero amigo”.

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Na mensagem, Carlos César, que chefiou o Governo dos Açores entre 1996 e 2012, envia ainda “um abraço solidário” a todos os familiares de Alberto Sampaio da Nóvoa.

O antigo ministro da República para os Açores Alberto Sampaio da Nóvoa morreu aos 95 anos, estando previsto o funeral para 02 de janeiro, em Oeiras, distrito de Lisboa, disse hoje à agência Lusa fonte familiar.

Foi ajudante do Procurador-Geral da República, em Lisboa, desde 1963, e participou na instalação da Provedoria de Justiça, onde foi coordenador, a partir de 1976. Em 1978, foi nomeado juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo.

Em 1993, Alberto Sampaio da Nóvoa foi escolhido vice-presidente do Supremo Tribunal Administrativo, sendo eleito no mesmo ano presidente do tribunal, funções que desempenhou até à sua jubilação, em 1997.

De 1997 a 2003 foi ministro da República para os Açores e, sobre essa experiência política, publicou um livro, “Açores, uma íntima ligação”, em 2020.

O velório de Alberto Sampaio da Nóvoa será na Igreja Paroquial de Santo António, em Nova Oeiras, no domingo, e o funeral é às 11:00 na segunda-feira, no crematório de Barcarena.

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