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O presidente do PS, Carlos César, elogiou hoje Mário Mesquita por ter sido “sempre residente no PS/Açores”, partido ao qual “nunca evitou” dar o contributo, “de peito aberto, à vista de todos”.

“Não residindo nos Açores, foi sempre residente no PS Açores e emprestou-nos sempre um contributo que nunca negou, que nunca contornou, que nunca evitou em todas as eleições realizadas depois do 25 de abril a favor do nosso partido”, assinalou o também presidente honorário do PS/Açores.

Carlos César falava na sessão de abertura do XVIII Congresso Regional do PS/Açores, que decorre na cidade da Horta, ilha do Faial, após a projeção de um vídeo de homenagem aos militantes falecidos recentemente, que incluiu Mário Mesquita, o professor universitário que morreu na sexta-feira, aos 72 anos.

De acordo com o ex-presidente do Governo Regional dos Açores, Mesquita, natural de Ponta Delgada, apoiou a estrutura regional do partido “de peito aberto, à vista de todos”.

“Acresce que honra também uma tradição no nosso partido, que o afirmou como um resistente à ditadura. Nunca hesitou na luta contra o Estado Novo, na defesa pelas autonomias regionais”, afirmou.

Carlos César elogiou também Mário Mesquita como um cidadão “de grandes préstimos à República” e “um açoriano de relevantes serviços prestados à Região”.

Mário Mesquita Iniciou-se no jornalismo ainda antes do 25 de Abril de 1974 no República. No Diário de Notícias foi diretor-adjunto de 1975 a 1978, tendo exercido o cargo de diretor do jornal de 1978 a 1986.

Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica de Lovaina, Mário Mesquita escreveu também no Diário de Lisboa e no Público.

Em 1981, foi agraciado com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República, general Ramalho Eanes.

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