Os ‘encarnados’ têm sete títulos conquistados, contra oito do Sporting, que apenas perdeu uma das nove finais que disputou, precisamente, frente ao rival lisboeta, numa prova dominada pelo FC Porto, com 21 troféus, mais do que todas os outros vencedores juntos.

A equipa treinada por Bruno Laje apresenta-se no dérbi lisboeta motivada por uma pré-época vitoriosa, na qual se tornou a primeira equipa portuguesa a vencer a International Champions Cup (ICC), prova que se disputa no defeso e reúne alguns dos principais clubes mundiais.

O Sporting não venceu nenhum dos seis jogos de preparação que disputou – apesar de ter empatado 2-2 com o campeão europeu Liverpool – e demonstrou que continua muito dependente do médio Bruno Fernandes, autor de quatro dos oito golos marcados pela equipa treinada pelo holandês Marcel Keizer.

O Benfica perdeu dois dos jogadores mais influentes do ataque, o brasileiro Jonas, que terminou a carreira, e João Félix, transferido para o Atlético de Madrid por 120 milhões de euros, mas reforçou-se com o espanhol Raul de Tomás (ex-Real Madrid) e o brasileiro Carlos Vinícius (ex-Nápoles).

Apesar de ser um dos confrontos com mais história no futebol português, os dois clubes disputaram a Supertaça apenas três vezes, com vantagem para o Sporting, que se impôs nas duas últimas, em 1987 (vitórias por 3-0 e 1-0) e 2015 (1-0), depois de o Benfica ter conquistado o troféu em 1980 (2-2 e triunfo por 2-1).

O dérbi lisboeta, que se disputa a cerca de 300 quilómetros da capital portuguesa, vai ser dirigido pelo árbitro Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve.