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O vice-presidente do Governo dos Açores, Artur Lima, defendeu hoje que não é uma “esmola”, mas sim uma “obrigação aumentar o financiamento da Universidade dos Açores, tendo defendido “parcerias construtivas” com a academia.

“A República tem de perceber que tem de desenvolver todas as parcelas do território nacional, com o aumento do financiamento da Universidade dos Açores. Isto não é uma esmola, é uma obrigação”, disse o governante, citado em nota de imprensa.

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Referindo-se ao subfinanciamento da República à Universidade dos Açores, Artur Lima defendeu que o desenvolvimento de Portugal deve fazer-se “não a duas ou três velocidades, mas a uma”.

O vice-presidente do Governo dos Açores falava após a visita que fez hoje ao polo da Horta da Universidade dos Açores, na ilha do Faial, defendendo “parcerias construtivas” com a entidade e lembrando que a República tem de se empenhar no desenvolvimento da academia açoriana.

“Temos que estabelecer parcerias construtivas, conhecer os locais e interagir com a academia”, disse o governante, que salvaguardou que “só estimulando o desenvolvimento de cada uma das parcelas é que se pode ser maior como um todo”.

Em 06 de janeiro, Artur Lima, no inicio do seu périplo pelos três polos da academia açoriana, considerou que o Governo da República “não tem feito” a sua parte no que concerne ao ensino superior na região autónoma, havendo um “subfinanciamento crónico” da academia açoriana.

Em declarações aos jornalistas em Ponta Delgada, Artur Lima indicou que o atual executivo açoriano (PSD/CDS-PP/PPM) já financiou a Universidade dos Açores em 3,9 milhões de euros, em comparação com os 2,4 milhões transferidos em 2019 e 2020 pelo anterior governo socialista, “aumentando-se em 100% o financiamento da tripolaridade da instituição”.

Hoje, o vice-presidente abordou uma futura residência universitária na ilha do Faial, visando as cerca de 150 pessoas, entre cientistas, docentes e alunos, do polo da Horta, que contribuem todas para o “desenvolvimento científico e a projeção científica dos Açores no mundo e também para o desenvolvimento da região”.

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