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De acordo com Artur Lima, os avós e os idosos são a “maior riqueza e uma componente indispensável das comunidades”.

O vice-presidente do executivo (PSD/CDS-PP/PPM), citado em nota de imprensa, considera que “pelos valores que transmitem, pelos ensinamentos que veiculam, pela experiência sabedora que refletem e pelo papel que têm na educação das novas gerações, os idosos não merecem ser vítimas da cultura de descarte que, infelizmente, se verifica em demasiadas situações”.

Para Artur Lima, é “reconhecendo a importância social dos mais idosos que se contribui para a construção de uma sociedade digna e mais inclusiva”, daí que faça um “apelo a uma maior consciencialização individual e social para os desafios do envelhecimento e para as vivências diárias dos idosos”.

Segundo o vice-presidente do Governo Regional, em dez meses de governação houve um “aumento, sem paralelo, do Complemento Regional de Pensão, ou a proposta do Governo Regional para simplificar a atribuição do COMPAMID como provas inequívocas do valor e da proteção especial que os idosos nos merecem”.

Segundo Artur Lima, o projeto “Novos Idosos”, que sustenta a “visão do XIII Governo Regional dos Açores para as políticas de envelhecimento, é o caminho que se considera mais viável para o futuro comum e que, brevemente, será uma política pública real e efetiva”.

Artur Lima, Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores

Artur Lima:

Mensagem do Governo Regional dos Açores no Dia Internacional do Idoso

Comemoramos hoje o Dia Internacional do Idoso, data que nos impele a refletir sobre a pessoa idosa e a sua condição na sociedade Açoriana.

Os nossos avós e os nossos idosos são a nossa maior riqueza e uma componente indispensável das nossas comunidades.

Pelos valores que transmitem, pelos ensinamentos que veiculam, pela experiência sabedora que refletem e pelo papel que têm na educação das novas gerações, os idosos não merecem ser vítimas da cultura de descarte que, infelizmente, se verifica em demasiadas situações.

É reconhecendo a importância social dos mais idosos que contribuímos para a construção de uma sociedade digna e mais inclusiva.

Nesse sentido, em nome do nosso enriquecimento civilizacional, apelo a uma maior consciencialização individual e social para os desafios do envelhecimento e para as vivências diárias dos idosos.

Todos nós, Governo, instituições sociais e cidadãos, estamos convocados, por exigência ética, a defender uma proteção social firme e convicta de todos os nossos idosos.

Em dez meses de governação, registo o aumento, sem paralelo, do Complemento Regional de Pensão, ou a proposta do Governo Regional para simplificar a atribuição do COMPAMID como provas inequívocas do valor e da proteção especial que os idosos nos merecem.

É do nosso esforço diário que resultará um combate implacável a todas as formas de discriminação, violência e abandono destes cidadãos mais frágeis.

É também por dever ético que estamos obrigados, nas circunstâncias atuais e nos novos tempos em que vivemos, a preparar melhor a sociedade para tratar e cuidar dos nossos idosos.

A família é o lugar onde os mais velhos se devem manter, envelhecendo com dignidade e segurança. Temos, por essa razão, a missão – que se encontra em curso – de desenvolver um modelo de cuidados integrados numa perspetiva humanista, que privilegie a permanência do idoso no seu ambiente familiar.

O projeto “Novos Idosos”, que sustenta a visão do XIII Governo Regional dos Açores para as políticas de envelhecimento, é o caminho que consideramos mais viável para o nosso futuro comum e que, brevemente, será uma política pública real e efetiva.

Finalizo, transmitindo uma palavra de conforto e de amizade a cada um dos idosos dos Açores. Respeito e apoio é o que lhes devemos. Todos somos poucos para continuarmos a pagar esta dívida de gratidão pelo legado que nos deixam.

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