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Segundo uma nota de imprensa da operadora aérea açoriana, trata-se da “mais viva e fidedigna memória da história da aviação civil do arquipélago dos Açores e, por isso, de um arquivo de inexcedível interesse para a história dos Açores”.

De acordo com a SATA, são estes os motivos que “fundamentam o estabelecimento deste protocolo de cooperação entre o grupo SATA e a BPARPD, assinado ontem [terça-feira]”, por Madalena San-Bento, diretora da instituição, e Luís Rodrigues, presidente da transportadora aérea.

Para a SATA, a assinatura deste protocolo “reveste-se de um caracter muito especial, pois há décadas que o arquivo do grupo SATA era motivo de preocupação, considerando a inexistência de um espaço físico condigno e adequado para a sua conservação”.

Acresce a “falta de domínio técnico no seio do grupo de transporte aéreo, que garantisse a conservação e o correto tratamento dos documentos”.

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“Considerando a importância que o acervo assume para o grupo SATA – e certamente para a história da aviação civil no arquipélago dos Açores – o compromisso assumido entre as partes marca o início de uma nova etapa e de uma nova vida ao acervo agora confiado à BPARPD”, refere-se na nota de imprensa.

Nos termos do protocolo assinado, “é agora possível proceder à transferência do arquivo, o que será efetuado em diferentes fases”, cabendo à BPARPD ficar “encarregue de garantir a integridade física dos documentos” através da sua preservação.

Segundo a SATA, ficam “reunidas as condições para desacelerar o processo de degradação dos documentos” através da sua conservação, revertendo-se “eventuais danos físicos e químicos que os documentos possam ter sofrido, através de ações de restauro”.

Após a organização e descrição arquivística da documentação da SATA, o acervo documental será disponibilizado para consulta pública.

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