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O número de assistentes operacionais para as escolas para o próximo ano letivo anunciado ontem pelo Governo Regional – 1696 – é inferior ao número de funcionários que estavam nas escolas o ano passado – 2205. O Bloco de Esquerda não compreende que a secretária regional dos Assuntos Culturais fale em “reforço de assistentes operacionais” quando os números demonstram o contrário.

De acordo com informação disponibilizada pelo próprio governo em resposta a requerimento parlamentar, em dezembro do ano passado havia 2205 assistentes operacionais nas escolas dos Açores – efetivos, precários e em programas ocupacionais –, mas a secretária regional da Educação anunciou ontem que passam a estar previstos “em quadro 1696 assistentes operacionais”.

Este número é manifestamente inferior aos 2205 assistentes operacionais que estavam nas escolas no ano letivo passado, e que, mesmo assim, foram insuficientes para dar resposta a todas as necessidades, havendo falta de funcionários em muitas escolas.

Isto significa que, ou as escolas da Região vão continuar a ter muitos trabalhadores precários e em programas ocupacionais, ou que as escolas terão menos assistentes operacionais.

O Bloco de Esquerda considera que qualquer uma destas soluções é inaceitável e defende que o número de assistentes operacionais previstos em quadro tem que ser o suficiente para dar resposta às efetivas necessidades das escolas.

Por isso, se com 2205 assistentes operacionais as escolas sentiram muitas dificuldades, o número de vagas em quadro teria sempre que ser superior a este número.

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