Aliança/Congresso: Primeira reunião magna do partido arrancou em Évora às 10:53

O primeiro Congresso Nacional do partido Aliança arrancou hoje, em Évora, às 10:53, ainda sem a presença do líder e fundador, Pedro Santana Lopes.

Eram exatamente 10:53 quando a reunião foi oficialmente aberta pela presidente da mesa, Ana Costa Freitas: “este congresso marca oficialmente o nascimento de um novo partido político”.

Apontando que na Europa estão a aparecer partidos e movimentos extremistas, a presidente da Mesa do Congresso aproveitou para vincar que o “Aliança não é um partido extremista, é um partido democrático”.

Ana Costa Freitas, que é reitora da Universidade de Évora, disse também aos presentes que “todos têm o direito de falar”, e que cada orador dispõe de três minutos para a sua intervenção.

A dirigente pediu ainda a compreensão de todos caso algo corra “menos bem”, dado que “este é o primeiro congresso” e “todo o conhecimento se faz da experiência”, que o partido ainda não tem.

O anúncio de que Pedro Santana Lopes tinha chegado foi dado cinco minutos depois, às 10:58, mas o líder só entrou na sala às 11:01, depois de falar aos jornalistas à porta, tendo sido recebido com palmas e uma plateia em pé.

Antes de se sentar no seu lugar, o líder cumprimento todos os elementos da mesa do congresso e dirigiu-se depois à primeira fila da plateia para abraçar o candidato às eleições europeias, Paulo Sande.

No palco estão os cinco membros da Mesa do Congresso, bem como a Comissão Instaladora do partido, à qual Santana Lopes preside.

Na Arena de Évora o azul claro e branco são as cores dominantes.

“Das pessoas, para as pessoas” é o lema do congresso no seu arranque, o pano de fundo inscrito numa tela no palco em letras brancas sobre o azul claro, que ladeia um ecrã gigante atrás da mesa.

Do outro lado do ecrã, está o nome do partido em letras grandes.

No arranque do congresso fundador, a sala encontra-se quase cheia, com duas filas de mesas compridas, ornamentadas com panos azuis claros, onde estão sentados cerca de meio milhar de delegados.

O congresso termina no domingo com a eleição dos órgãos nacionais e a intervenção do presidente eleito.