Alexandre Gaudêncio ausculta empresários e relembra apoios em vigor

O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, dedicou uma manhã para contatar com os comerciantes e auscultar as suas preocupações e anseios no que concerne à forma como a pandemia lhes afetou os negócios e como pretendem recuperar as perdas verificadas.

Durante a visita a vários estabelecimentos comerciais da cidade, Alexandre Gaudêncio inteirou-se do impacto que a pandemia provocou no comércio local. “Nos últimos três meses verificou-se uma perda de receitas considerável devido à pandemia”, observou.

Porém, Alexandre Gaudêncio passou palavras de confiança aos empresários e recordou as medidas de apoio em vigor definidas pela Câmara da Ribeira Grande e às quais podem candidatar-se. “Temos em vigor várias medidas de apoio que podem ajudar a minimizar o impacto negativo provocado pela pandemia.”

Em concreto, mantêm-se isenções das taxas de publicidade e ocupação de espaço público a todas as empresas do concelho; isenção das rendas dos concessionários do município até ao final do ano; isenção do primeiro escalão da água e taxa de resíduos, desde que comprovadas as perdas, e isenção da taxa de derrama para negócios até 150 mil euros.

Empenhada em contribuir para o relançamento da economia e do investimento no concelho no pós-covid, a autarquia tem previsto um conjunto de medidas de apoio ao emprego pretende impulsionar os diversos setores da economia.

“As medidas de relançamento da economia e do investimento assentam em diferentes vetores, como seja o apoio à economia e ao emprego, a promoção do apoio ao investidor, a retoma do empreendedorismo, o desenvolvimento do turismo ou o apoio à reabilitação urbana”, explicou Alexandre Gaudêncio.

Para efeito, explicou o autarca, “pretendemos criar um sistema de apoios de caráter extraordinário, não reembolsável, tendo em vista a manutenção dos postos de trabalho e a mitigação de situações de crise empresarial.” Poderão candidatar-se as empresas que se encontram abrangidas pelo regulamento e que prevê a atribuição de 660 euros por cada trabalhador em funções.