“A vítima recorreu à arma de fogo que tinha distribuída e o suicídio ocorreu nas instalações desta Polícia, em São Gonçalo, Ponta Delgada”, salienta-se no comunicado.

No documento, a PSP dos Açores acrescenta que a agente em causa, “considerando o quadro clínico apresentado desde há algum tempo, havia sido sinalizada para receber apoio psicológico por parte da Polícia de Segurança Pública, que recusou, sendo acompanhada, por sua vontade, por médico particular, segundo o qual e de acordo com os relatórios clínicos apresentados, considerava que a mesma se encontrava apta para o adequado desempenho das suas funções”.

O comunicado termina com a Polícia de Segurança Pública a endereçar “as mais sentidas condolências aos familiares e amigos” da agente.