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O ano de 2022 foi o “melhor de sempre” em termos de tráfego de passageiros (803.783) na Aerogare Civil das Lajes, na ilha Terceira, anunciou hoje o Governo dos Açores.

Segundo a vice-presidência do Governo Regional, através da Aerogare Civil das Lajes (ACL), “até 30 de novembro de 2022, tinha passado pela Aerogare Civil das Lajes um total de 803.783 passageiros”.

Artur Lima, vice-presidente do Governo dos Açores, citado em nota de imprensa, refere que, “apesar do setor da aviação civil continuar a ser penalizado, em virtude da pandemia covid-19 e da crise económica e social resultante do conflito na Ucrânia, este resultado, alcançado em tão curto espaço de tempo, comprova que o trabalho desenvolvido até aqui tem sido bem feito”.

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O Secretariado de Ilha da Terceira do PS manifestou hoje preocupação com o fim das ligações da British Airways e da Ryanair entre Londres e a ilha, no verão, apontando o “impacto negativo” para a economia.

Décio Santos, membro do Secretariado de Ilha da Terceira do PS, citado em nota de imprensa, na sequência de uma conferência de imprensa, refere que os empresários locais vão “ver goradas as suas expetativas de retorno face ao investimento que realizaram na oferta turística”.

Artur Lima, que tutela aquela a aerogare das Lajes, aponta que a criação da Tarifa Açores, o reforço das ligações aos principais aeroportos nacionais, a captação de novas rotas internacionais, como Nova Iorque, Montreal e Londres, conjugadas com a retoma da ligação a Oakland e a continuação das ligações a Boston e a Toronto, “evidenciam que o potencial desta infraestrutura aeroportuária foi otimizado e rentabilizado, resultando em benefícios concretos para o desenvolvimento da ilha Terceira e dos Açores”.

Segundo o governante, contabilizam-se nas Lajes 150 escalas técnicas até 30 de novembro de 2022, salvaguardando-se a importância da infraestrutura no que se refere às emergências técnicas/médicas, tendo sido contabilizadas 19 assistências.

O vice-presidente do Governo Regional pretende que esta infraestrutura “possa continuar a ser devidamente aproveitada, servindo a mobilidade dos açorianos, assim como o crescimento económico da ilha Terceira e dos Açores”.

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