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O secretário do Ambiente e Alterações Climáticas do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), Alonso Miguel, reconheceu hoje que é um “grande desafio” da região encontrar um “equilíbrio” entre o “progresso” e a proteção do património natural.

“Encontrar um equilíbrio entre a responsabilidade de proteger o património [natural] e a necessidade de encontrar um caminho para o progresso e para o desenvolvimento é realmente um grande desafio. É o desafio do desenvolvimento sustentável”, declarou o governante.

O secretário regional discursava hoje na cerimónia nacional da chave verde, que decorreu na freguesia das Furnas, em São Miguel, numa intervenção enviada pelo executivo açoriano à comunicação social.

“O programa do Governo Regional dos Açores assume precisamente o desenvolvimento sustentável como um pilar fundamental e transversal da ação governativa”, prosseguiu Alonso Miguel.

O secretário regional realçou a “importância” turística e pedagógica das áreas protegidas, dos geossítios e das redes de Centros de Interpretação Ambiental e de trilhos pedestres do arquipélago.

“É um património extraordinário, de facto, mas é também um património extremamente frágil. Cuidá-lo, valorizá-lo e protegê-lo é um processo contínuo que exige reflexão e uma adaptação constante aos novos desafios”, considerou.

A chave verde, da responsabilidade da Foundation for Environmental Education (FEE), foi implementado em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), com o intuito de reconhecer a sustentabilidade na gestão dos empreendimentos turísticos.

Este ano, o galardão foi atribuído a 196 estabelecimentos turísticos: 16 nos Açores, 35 na região Centro, 25 em Lisboa e Vale do Tejo, 24 no Algarve, oito no Alentejo, 40 na região Norte e 48 na Madeira.

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