“A Constituição” de Mickael de Oliveira em Teatro no Teatro – Leituras Dramatizadas

Desde fevereiro de 2016, o Teatro Micaelense, a Morada da Escrita/Casa Armando Côrtes-Rodrigues e o Instituto Cultural de Ponta Delgada propõem leituras dramatizadas de peças de teatro de autores portugueses. As sessões têm coordenação de Eleonora Marino Duarte.

Em “A Constituição”, os atores são os heróis de uma nova sociedade, convidados a escrever uma nova Constituição, sendo que nenhum deles tem experiência na matéria. Propõem-se assim à redação da Constituição mais moderna do mundo, ao debate para descobrir a melhor forma de condensar nesse «supertexto» as ideias que vão regular, libertar, oprimir e emancipar um certo futuro, apostando numa revisão total do estado e das suas funções. “A Constituição” integra uma tetralogia dedicada à reflexão em torno das questões políticas, filosóficas, públicas e privadas que orientam a nossa sociedade: “No(s) Revolution(s)” (2015), “A Constituição” (2016), “Sócrates tem que morrer” e “A Sauna”.

Mickael de Oliveira é dramaturgo e recebeu, enquanto autor, a Menção Honrosa do Prémio Luso-Brasileiro António José da Silva, em 2009, com o texto

“Clitemnestra” e, em 2006, o Prémio de Nova Dramaturgia Maria Matos, com o texto “O que é teu entregou aos mortais”, atribuído pelo Teatro Municipal Maria Matos.