Não é Peta! Ontem a notícia da condenação de Marine Le Pen por desvios de fundos públicos no caso dos falsos assistentes parlamentares (Parlamento Europeu) do então, Front National, atualmente, Rassemblement National,da ‘coincidência’ da pena de ilegibilidade durante 5 anos para cargos públicos coloca a líder parlamentar do RN no parlamento de França em dificuldades para a candidatura às presidências de 2027. Uma [decisão política], no seu entender e, também,a julgar pelas reações internacionais da mesma família política, um ‘diktat’ – itálico meu.

Mas a maior das coincidências surgiu, apenas algumas horas depois da notícia da condenação, com o belga Frédéric Baldan, autor do livro intitulado, Ursula Gate – Révélations d’un insider sur le pouvoir des lobbyes à la Commission Européenne,no programa Politique & Eco do canal TVL, numa edição dedicada aos segredos inconfessáveis da Comissão Europeia, durante o primeiro mandato da sua presidente sobre o caso “Pfizergate” – adiado sine die pelo Ministério Público Europeu (EPPO).

A juiz presidente, Bénédict de Perthius, na condenação de Marine Le Pen, referiu, [Trata-se de garantir que autoridades eleitas (…), não se beneficiem de tratamento preferencial].

Os “valores europeus”preveem nuances nos direitos fundamentais para as Instituições da União Europeia?

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