Extraído da ficção de Valter Hugo Mãe, para metáfora de prosperidade, segurança e solidariedade comunitárias, o juízo feito pela Criada, numa espreita pudenda durante o banho do Marquês, à sua pança proeminente quanto uma cadela á espera de uma ninhada. Ela viu assim a compensação do quase invisível pressuposto de fertilidade.

Um analgésico para a hipocondria política… como o exemplo, da ‘propositura’ datada de um Conselho de Segurança Europeu à margem dos Tratados, mas o paliativo visa o reforço e ornamento do discurso do Estado da União, um resquício das banalidades conjugadas pela Europa, a dos Estados-membros da UE, como rememorei anteriormente. Coincidência entre leituras; a estéril realidade de uma economia europeia sem função musculoesquelética, agrava-se mitigada pela ilusão de acordos comerciais, dicotómicos e características deterministas espúrias cuja natureza não vai ao encontro da sustentabilidade, nem a parceiros de confiança, em simultâneo com políticas comuns de totalitarismos. Abrenúncio! Não será? Note-se, pois, a retroalimentação totalitária de nacionalismo, patente nos discursos de interesse nacional. Do paradoxo ao paroxismo, grau e genealogia política dos, Chega aos AfD, Alternativa para a Alemanha deste mundo, ultrapassam todas as medíocres governanças dos círculos de conformidade bem como as oposições, dado que estas apenas divergem, não na substância, mas em versões do mesmo fim. Ineptocracia!

Do unionismo, o da ONU, a produção dos últimos episódios são a reação aos Estados com o défice de democracia consentido pelos círculos de conformidade a que estão alinhados. Os EUA são um clássico de consciência histórica com peculiaridades desde o início do seus tempos passando pelos da discussão sobre retirar a cidadania aos norte-americanos natos que fossem comunistas, ao pináculo da ulterior guerra económica, de cumplicidade genocida… fica em suspenso o princípio de que quid est in territorio est de território.

Do unionismo estimulante do Estado de Israel, os judeus não são todos iguais assim como não o foram os nazis. Welhelm Kube, um secretário-geral escreveu ao Führer: [Não há dúvida de que desejo cooperar com a solução da questão judaica, mas aqueles que foram criados na nossa cultura são, afinal de contas, diferentes das hordas bestiais locais. Devemos designar para a tarefa de os matar os lituanos e letões que são desprezados até mesmo pela população local? Não poderia fazê-lo; solicito que me sejam dadas instruções claras para tratar do assunto do modo mais humano possível, em benefício do prestígio do nosso Reich e do nosso partido.] De resto a configuração que Paris manteve até ao dias de hoje, ao general von Choltitz o deve.

Ao executivo da UE, aplica-se o que disse ao tempo, John Maynard Keynes, anda a “hipotecar o futuro”, uma expressão lugar-comum que classificou, “(… ) na linguagem imbecil da moda financeira (…)”, no mesmo momento continuou, (…) Somos capazes de apagar o sol e as estrelas porque não dão dividendos.” E digo eu, senão o das armas, ideológico, uma vez que a economia geopolítica, em que a Europa da UE alicerçava a sua competitividade industrial com o gás natural e petróleo russos foi preterida, por vassalagem aos norte-americanos, a preços que perduram e abrem novas crises económicas acompanhadas de um agenda-setting para a atividade de coletes amarelos. Numa primeira fase.

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