Em tom de memorando, apenas. Não se trata de futurologia, mas o caminho para tudo piorar está a ser trilhado. Nesta, “the age of crises” das crises que não se caracterizam pelo alfa e o ómega, ou seja, com ‘períodos’ sucessivos, non stop, etc., vulgarizam-se os direitos porquanto as obrigações são contratualizadas, estritamente coercivo e os sentidos de moral e ética passam para o prosaico e para as margens do compromisso. Diria que a cenografia política proporciona ainda que se amoralize a corrupção, cujo período de incubação, tempo demasiado longo por forma à habituação e estabelecer as relações para-geracionais – reverse mentoring.
A dialogia, aprofunde-se pelo conjunto de platitudes da líder da Comissão Europeia, aquando do discurso do ‘Estado da União’. Esta equação do estatocêntrico que veio a substituir o dos Estados amputados de soberania por forma à sobrevivência de uma organização internacional viu, rompido o cordão umbilical com os EUA onde se iniciou o processo de génese da União Europeia de hoje e não na Europa como alguns se equivocam.
Não do sonho vetusto da europa unida, mas das variáveis para a restauração da “Europa unificada” de Hitler, o Führer a instruir Goebels em 1943; “(…) Só os alemães podem, realmente, organizar a Europa.” Contudo foi o resultado das suas más razões que o mundo viu a nascer a “doutrina de Truman”. Nem a Alemanha nem esta União Europeia serão capazes da reengenharia de um “plano Marshall”. Não se prendam com as circunstâncias, seus incuráveis! Ouvir-se-ia o grito, a propósito de erros reincidentes. Aliás, “Não aprenderam nada, nem esqueceram nada.” Fará amanhã, 22 de setembro, cerca de 80 anos, a conferência de Paris.






















