Do dia de hoje, mas em fevereiro de 2022. Esta é a parte do inconformismo não comprometido do realismo político que reside no taticismo impondo a pergunta de sermos tão estúpidos assim. Não só por vezes. Com certeza que a interrogação já suscitou a curiosidade… taticismo divergente. Sendo que outra se subsegue; o Estado de Direito sendo o fundamento de toda a convivência civil, não estará a ser gravemente ameaçado a partir de dentro, pelo próprio poder legislador? De novo extensível a todos os Estados com o grau de envolvimento reconhecido em todo o processo de silêncio forçado para inquinar o registo de voz, com certeza à razão da reversão do direito para aquilo que deveria ser de facto.
Se houver que ‘moralizar’ um encadeamento de responsabilidade a hesitação tática é acionada a fim da desigualdade atroz nas democracias e em termos deploráveis a indústria da narrativa oleada pela amoralidade, no caso de voltar à mesa das negociações, a “guerra da Ucrânia” dado que a Rússia não alterou uma vírgula a sua posição. Será fundado um fundo de garantia, de sinecuras para o planeta dos especialistas e titeriteiros, torrente patrocinada pelos próceres do velado polvo encabeçado por tecno-oligarcas?
No quadro das arbitrariedades, desde Steve Feinberg, Secretário Adjunto da Defesa – da ‘coreografia’ Epstein – oriundo da financeira Cerberus Capital Management capaz bastante para facilitar a atribuição à Palantir contratos de fornecimento ao Pentágono na ordem dos cerca de 240 milhões de dólares dispensado o devido concurso, aos mais notáveis cultores do Poder político sob análises de “conflitos edipianos não resolvidos com certas figuras paternas”, no caso de Emmanuel Macron, “perturbação narcísica” no caso de Trump” e de “megalomania” no caso de Putin, se de revestimento falacioso, admitem, mas assim a economia da atenção favorece a “Democracia iliberal”.






















