L’air du temps! Embora de geografia e ar, sempre desigual, determinada pelo que merecem os indivíduos do arrondissement. Fragmentado; estado-membro estiolado pelo ‘fogo grego’ sazonal, mas na miragem de comunidade citadina se a memória histórica fizer melhor de arrecuo à pena ‘queiroziana’. Não comparando.
Só enquanto… ou por outra, temos de manter “a aparência de coisas cuja realização se pode conceber” de moto-contínuo, as do Admirável Mundo Novo. Esta é a parte em conflito com os saloios dos fornecimentos de em tempos. Porém no presente, étimos, com “posição privilegiada” por “medidas excecionais” para o eclipse. Sem que antes o ‘produto estrela’ não tivesse sido, quase, sobre quem, como e quando, muda a água do boudoir ao primeiro-ministro que, num instantâneo, não tomou banho nem em tanque, piscina ou praia. A política concorrente luta para existir!
No “Regime de Avestruz”, referência mentirosa, segundo os ornitólogos não especialistas em “democracia orgânica”, a avestruz não enfia a cabeça na areia. Já o anel entre o Sol e a Lua foi providencial ao serviço da transição, em harmonia, “tranquilamente à romaria e ao futebol”, do Fascismo Nunca Existiu, até à rentrée, da mediocridade interrompida e a ela regressar, quem sabe, com lucubrações em tempo de ‘defeso’ do roubo do anel de Giges, através de um retail de spin-offs de episódios finais sobre a não convocação de um ministro para o jogo de futebol partidário preparado para o avançado de centro ou ponta de lança, protegendo-os da sua concitada estória. Que fôlego… suspiro, 2 golos, como arremedo de política de nada valem!






















