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– De Eichemann!

Quando o chanceler alemão Merz invoca a “responsabilidade particular” para com Israel por reminiscência de um passado nazi e como se de momento quisesse demonstrar algum tipo de faculdade alcandorada… talvez pela dívida de reparações datada, mas não pressupõe qualquer tipo de solidariedade, sim uma ameaça galvanizante a uma visão objetiva. Nuremberga não encontrou a cruz para expiar os crimes.

Do sofisma gongórico tão só um processus de ‘vassalização’ da mente, incipientemente dogmática em direção ao totalitarismo, de novo, por uma rede viária diversificada, acoitada constitucionalmente, ‘língua franca’ de ardil comunicacional adornada de paráfrases, remakes… por que não as derivas de género, Brumas de Avalon, com sentido atual na ressurreição através de cada um de nós, subalternos dos bots de tirania democrática minor pós-decadência e post por minguante sub-representação política, áurea cénica inspirada no exemplo da Casa de Bourbon, mas substituída por uma bolsa de licitação burocrática, bruxelloise, contudo é irrelevante um topónimo. A história tem vindo a neutralizar o catecismo próprio de topos orgânicos e simultaneamente além dos conúbios, autoritarismo e ordem pelo que em matéria de exploradores da mitologia histórico-sentimental, o chanceler alemão, também, não passa de um menino de coro ou não fora a sugestão da bela Helena como pretexto secundário, face ao estratégico estreito de Dardanelos, de a.C.

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Interessante, de tais filhos de Eichmann [como (…) “responsabilidade colectiva familiar”, designa um princípio jurídico comum aos povos nórdicos e às tribos teutónicas. (…) para estabelecer a generalização da culpa com base na afinidade (…) ou o clã de um criminoso (…) sujeitos à vingança ou ao pagamento de uma indemnização. (…) recuperado por Heinrich Himmler após o atentado falhado de 20 de julho de 1944. (…)].

Como se estivéssemos à espera de ouvir o Horácio, o amigo de Hamlet a gritar: “para ilusão!” e assim arrancar-nos do sonambulismo político.

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