Luís Raposo, deputado PSD Açores
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O Governo dos Açores tem vindo a desenvolver um trabalho exímio na área da saúde com especial destaque para o reforço e modernização dos cuidados de saúde primários.

Os Açores caminham para ter uma rede de centros de saúde mais próximos das pessoas, cada vez mais moderna e humana. Assistimos a um acesso rápido e de qualidade aos cuidados essenciais independentemente dos concelhos que residem.

Conscientes que há desafios, que não é possível dar tudo a todos, ao mesmo tempo, mas por um lado há dados adquiridos, por outro objetivos que vamos cumprir.

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Este esforço traduz-se na melhoria continua das infraestruturas, na valorização dos profissionais de saúde e na aposta de serviços que colocam os açorianos no centro do sistema regional de saúde garantindo acompanhamento prevenção e uma resposta eficaz as necessidades da população.

Hoje a saúde está onde estão as pessoas. O investimento na saúde dos açorianos é uma linha orientadora do PSD.

A prioridade do Governo dos Açores assenta na promoção da saúde e prevenção da doença, colocando o utente do Serviço Regional de Saúde sempre em primeiro lugar, defendendo a igualdade de acesso, com mais e melhor saúde para todos, o aumento da complementaridade e sinergias entre as instituições do Serviço Regional de Saúde, e entre estas e o setor privado e social, dando liberdade de escolha como uma forma de resposta célere.

Ao valorizar a função de cada centro de saúde, alivia a pressão sobre o hospital e combate as medidas “hospitalocêntricas”, como assistimos durante as governações socialistas: desmantelamento dos centros de saúde, pressão nos grandes hospitais.

O Partido Socialista de Francisco César não tem credibilidade política para falar sobre Centros de Saúde. Abandonaram, encerraram e esqueceram-se com silêncios cúmplices de camaradas nas autarquias quando governavam.

A redução de valências, desativando os serviços de mamografia e ecografia, limitando os serviços de Raio-X ou transformando o laboratório de análises clínicas em posto de colheitas, para além da falta de enfermeiros e assistentes operacionais nos cuidados continuados e a desativação do serviço de pequena cirurgia, entre outros.

Neste momento, estão a surgir duas novas unidades de Saúde em São Miguel, uma na Maia outra no Livramento, num valor superior a 7 milhões de euros, isto não é uma coreografia, mas é mais fácil dizer que está tudo mal. Até porque a 25 de outubro de 2020 é que estava tudo bem.

A passagem do Posto de Saúde para Centro de Saúde da Lagoa é outro exemplo de contínua aposta nas pessoas, mas para o PS está tudo mal, porque quando governavam é que estava tudo bem. Isto é fazer mais, melhor, diferente e dizer a verdade!

As obras de reabilitação do Centro de Saúde do Nordeste, que ascenderam 1,2 milhões de euros. Não há visão cristalina que se safe, quando se quer ver.

O concurso público para a empreitada de beneficiação da cobertura do Centro de Saúde da Povoação, com investimentos superiores a meio milhão de euros, nem uma palavra, nem um elogio porque o que interessa é dizer que está tudo mal e puxar os Açores para baixo.

Nós estaremos cá para continuar a levar os Açores para a frente.

Herdamos viaturas com mais de 20 anos, herdamos um HDES abandonado e foi o Governo liderado por José Manuel Bolieiro que concluiu as obras do quinto piso. A taxa de cobertura de médicos de família é de 96% em São Miguel e 92% na Região. Os rastreios da retinopatia diabética abandonados por vários anos aos doentes diabéticos de São Miguel, desta encenação felizmente já ninguém se lembra.

O plano funcional é mais um ato falhado para o PS. Para nós é um passo dado no presente para o futuro, consolidado com mais de 75 profissionais em mais de 50 reuniões de trabalho. Não se trata de uma coreografia, à saúde o que é da saúde, à política o que é da política.

O Governo apresentou aos partidos políticos, ao conselho de ilha e às autarquias um plano para transformar e modernizar o HDES. Prevê-se ampliação da capacidade de 437 para 500 camas, com possibilidade de expansão até 641.

O projeto inclui 10 salas de cirurgia, mais consultas externas e reforço da urgência e hospitais de dia. O investimento estimado ronda os 300 milhões de euros, com 85% financiamento assegurado pela República.

Queremos um hospital moderno, resiliente e preparado para as próximas 3 décadas.

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