As piscinas municipais da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, Açores, estão fechadas há quatro dias, após uma contaminação provocada pela “própria utilização das pessoas”, e a sua reabertura está dependente do resultado de contra-análises.
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Jaime Vieira, a situação que levou ao fecho do complexo pelo delegado de saúde “é fruto da própria utilização das pessoas”.
“É preciso não esquecer que cada vez mais utilizam-se protetores [solares] e outro tipo de substâncias” que levam a “este tipo de contaminação”, explicou hoje aos jornalistas, sem especificar.
O autarca adiantou que o município aguarda pelo resultado das contra-análises, que “vão chegar hoje”, para tomar decisões relativamente à sua reabertura.
“A Câmara Municipal não teve nenhum receio em encerrar as piscinas, quando soube que algo não estava bem. E, neste sentido, para a Câmara Municipal, o que está em casa é sempre a própria segurança e a proteção das pessoas que ali vão procurar o seu lazer. E queria ressalvar que em primeiro lugar está sempre a segurança das pessoas e que rapidamente essa situação estará resolvida”, declarou.
Jaime Vieira salientou que detetada a “pequena anomalia”, como foi o caso, o município encerrou o espaço de veraneio “para que ninguém se sinta prejudicado ao vir para as piscinas da Ribeira Grande”.
“Há sempre passos a dar e aquilo que nós vamos tentar perceber é como ultrapassar algumas dessas situações que recentemente aconteceram e que já aconteceram também no passado […] sem ser necessário fechar as próprias instalações das piscinas da Ribeira Grande”, adiantou.
O autarca também lembrou que o município da Ribeira Grande, na costa norte da ilha de São Miguel, tem uma “grande oferta de praias” que são uma alternativa às piscinas municipais.
“Não é por as piscinas [municipais] da Ribeira Grande se encontrarem fechadas que os ribeira-grandenses ou quem os visita não vão ter uma oferta de excelência relativamente a zonas balneares”, concluiu.




