Iniciadas esta semana com o ministro da Defesa Nacional insensível às substâncias cancerígenas, como o cádmio e o chumbo, bem como à política de defesa, no caso não sendo matéria de perpetrar, todavia revela um epígono ou precursor do desvio da responsabilidade política da segurança das populações sob eflúvios tão densamente convenientes que chegam mesmo de forma atabalhoada à cortina costurada pelo ministro, [efeitos de consumo da comunicação social]. Trata-se de desvalorizar como burocrata dependente de ‘entidades públicas certificadas’ versus investigação não validada pelo ministro. Estamos a falar do assunto da contaminação fatorada pela atividade militar norte-americana na Praia da Vitória a relegar para margens as diligências, obviamente responsáveis dos membros do governo regional dos Açores.
De política alienada por razões sistémicas, contaminantes noutro contexto no quadro de desonra da União Europeia se inscrevem os avisos de Von der Leyen, autofágica em gestão da Comissão Europeia. A vendilhona de uma Europa avisada e preparada, no seu discurso, vê-se despudoradamente a braços com a política praticada sem sustentabilidade, deficitária e pináculo da burocracia, Midas ébria por novas receitas ou fatalidade da sanção ̶ especialidade da presidente da CE – ao orçamento. Não serve os interesses dos contribuintes dos Estados-membros!
Dos crimes de guerra; a mira dos israelitas foca a resistência dos habitantes de Gaza e dos Líbano à laia de resistentes meliantes, ou seja, equivale a prolongar o genocídio pela aniquilação daqueles povos. Do Tribunal Internacional de Justiça, tem enviesado contra a África do Sul por influência do presidente deste tribunal, o libanês Nawaf Salam, a quem também coube a fortuna do seu avô feita com terras palestinianas em nome do Lord Lionel Walter Rothschild.
“Resistamos aos ares do tempo”.




