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Para mim as festas acabaram já pasavam das 5h da manhã, com fogueiras e sardinhada na rua, e onde antes tinham desfilado as Marchas.

Esta festa é mesmo do Povo, com milhares de pessoas nas ruas a assistir, a marchar e com uma moldura humana envolvida em todo aquele ambiente, e mesmo a interagir com os marchantes.

As cores e a música impressionam, são umas festas verdadeiramente populares e de uma riqueza de coreografia, estética, cor e música absolutamente notáveis.

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Nas ruas da cidade de Angra do Heroísmo sente-se a presença dos Açores, podem-se observar terceirenses e açorianos de todas as ilhas e condições, incluindo os emigrantes e imigrantes, a que acresce a presença dos nossos irmãos da madeira e do continente, em comunhão, em paz e solidariedade.

E tudo isto integrado numa cidade património universal da humanidade, graças à qualidade imprimida na recuperação da malha urbana que se seguiu ao sismo de 1 de Janeiro de 1980, que literalmente arrasou Angra do Heroísmo e ceifou muitas vidas humanas.

Mas estas festas não são só geografia humana, tem também uma dimensão económica de grande relevância, e isto é muito importante para uma ilha que precisa de economia para ter mais sustentabilidade com dignidade.

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