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Ainda a propósito do espectro da desintegração da República Federal da Alemanha e demais exemplos. Este é um pequeno exercício, de antes da Torre de Babel, sobre a negação, apropriação e censura, mas da tríade, Adão, Eva e a Serpente. Quando Ele, Deus inquiriu Adão, este apontou para a Eva e esta para a Serpente. A Serpente como não fala ficou com toda a culpa. Assim nasceu o silenciamento.

Uma arquitetura indubitavelmente, o alfa e o ómega, do julgamento, da acusação, da defesa, da culpa, da justiça e da vingança desde dos primórdios – passo a ênfase do início da fraude – na génese do que disse Bernanos, cerca de 2 anos antes do ‘período’ hitleriano; L’imbécile préférera toujours le slogan à la vérité et le crime à la liberté. Voilá porquoi il adopte spontanéament “ce parti pris de ne pas voir ce qui portant crève les yeux”. Isto é; O imbecil há-de preferir sempre o slogan à verdade e o crime à honestidade. Por isso adota espontaneamente “esta tendência de não ver o que está mesmo à frente dos nossos olhos”.

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Seja na Europa em sede de políticas comuns, casa das empacotadeiras-mor quer de sanções quer de milhões de euros, traficantes de chinfrineiras de mudança que mais não é do que mudar de placebo, insustentáveis formas de morte preventiva da soberania. Seja em sede de Estreito de Ormuz no contexto do petroyuan contra o petrodólar.

Os Estados Unidos dos Pais Peregrinos, em 1620 também tiveram o seu o êxodo, um paralelo judeu, o dos “puritanos”, dissidentes da Igreja Anglicana. Não fugiram do Faraó, mas do Rei Jaime I da Inglaterra, ‘prescreveram’ também o “Pacto” ocorrente no Oceano Atlântico até à colónia de Plymouth. E assim se sentem ‘escolhidos’ para absoluta finalidade discricionária de interpretação do que são ameaças à nação, assim como os judeus, um paralelo do ‘Povo Escolhido’.

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