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Equacionada, mas de incógnitas diversas. Na Paz os termos do negócio entre o EUA e o Irão, o busílis coloca-se no ponto crucial das reparações reivindicadas pelos persas, sendo que a solução sino-paquistanesa de o pagamento ser efetuado pelos árabes do Golfo, também não agrada a Washington. A “grande preguiça dos vivos” internalizou-a, a Paz, na censura administrativa, censura prévia do século XV, hoje, com princípio da reciprocidade tal, uma variável digo eu de integridade cognitiva violada como no ‘caso’, da jornalista Xenia Fedorova, registado ‘Index Librorum Prohibitorum’ dos valores europeus.

Aquela instituição do Papa Paulo IV, abolida pelo Papa Paulo VI, autor do “Nunca mais a gerra”, nos anos 60 do século passado, prevenia o desenvolvimento e proliferação das ideias atomizando as pessoas, pois a finalidade – um toque de Günter Anders ̶ dos fins como profusão de meios degenera na indecidibilidade da “guerra da integridade cognitiva”, assim vai a Comissão Europeia de volta ao corpo de uma legião de intercessores de controlo de informação armada de artifícios de eliminação da autenticidade.

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O Papa Leão XIV, no seu texto Magnifica Humanitas, irenista só o suficiente e crucial para “uma verdadeira mudança de paradigma no discurso público e nas decisões relativas ao rearme”. Dedica ainda à desresponsabilização através do algoritmo; “não elimina a desumanidade intrínseca do conflito: apenas o torna mais rápido e mais impessoal, ao diminuir o limiar para o recurso à violência e transformar a defesa em planeamento operacional, com as vítimas reduzidas a meros dados .”

Por ora, duas notas finais: Ao invés do que nos querem fazer crer, a República Islâmica do Irão não é um regime totalitário, assim como o nosso. O Irão é uma civilização muito mais antiga que o Ocidente bem como as virtudes de inviolabilidade do seu povo apenas ‘permeáveis’ ao realismo político pelas condições deparadas na prática de um direito internacional discricionário solvido. A outra, sobre a Alemanha Federal e a ‘Alemanha Oriental’, sobrepostas, atente-se ao seguinte processo de génese: o AfD, Partido Alternativa para a Alemanha tem o seu berço na Neuordnung Europas, Nova Ordem Europeia, criada por Walter Hallstein para o Chanceler Adolf Hitler antes de ele se tornar o primeiro Secretário-Geral da CECA, a que se seguiu o já sabemos. O resto veremos.

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