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Como que ao levantar do pano a evidência vai para a recetividade de soberania a Ruslan Stefanchuk, Presidente do Parlamento da Ucrânia. Protocolo é protocolo, a equidistância também se não fosse da preocupação lusitana a fotografia de oportunidade para registo da premissa atualizada de Eduardo Lourenço, de que [fomos criados da Aventura e não seus senhores], a quem cabe, também ao lusos, a mimese de promover mercadorias políticas de contrafação, sem alusões a certos discursos enquadrados no último Dia da Europa. O que colocaria, um europeísta confesso em consonância com a estupidez “questão preliminar a toda a existência”, como lhe chamou, Robert Musil, impertinente para a circunstância do início do projeto europeu, apesar do assentimento de Erasmo de Roterdão, no seu Elogio da Loucura; à falta de disparates, o ser humano nem viria ao mundo.

Há existências sobre quem se deslumbra, sendo que não nos deteremos em testemunhos emocionais tipificados, como daqueles que ouviram 5 tiros e outros ouviram 8 tiros aquando do terceiro atentado presidencial, no ‘mundo livre’, ao destemido presidente dos EUA conquanto estamos em vários domínios da órbita política de regresso a um género de ‘dietas do Império’. O homem não está só, portanto é deste tempo, na perspetiva política, claro!

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Do universo trumpiano, epítome dos “negócios públicos, o seu líder absorveu determinados lugares-comuns, e desta pena em jeito blitzkrieg, o populismo. Muito mais premente originadas patologias decorrentes – piscar de olhos a sindicatos, incluídos os mobilizadores da greve politizadora da Bienal de Veneza ̶ da urgência política adiada pela prática do democratismo perverso e prole a julgar pela retórica prolífica associada à informal educação, mal-educado, ao dirigir-se ao Santo Padre.

Do petróleo, sobretudo para grande empresas norte-americanas e para as britânicas, os benefícios da guerra entre os Estados Unidos e o Irão, a resposta dos persas às propostas dos americanos de soma zero, não obstante a mediação paquistanesa a quem foi entregue um plano com 14 pontos soa bem aos acionistas das petrolíferas, o que se segue por mais tempo, assim como interessa ao líder do “mundo livre”, pois atacou o Irão em tempo de negociações por 2 vezes.

Por último uma singela reinterpretação sobre a ‘obsessão’ pelo ouro negro… e reinterpretações por forma a ataques preventivos, a que se juntou a homenagem ao “corajoso povo iraniano que procurou libertar-se do jugo tirânico”. Gideon Sa’ar, ministro das Relações Exteriores de Israel explicou que a guerra atual, “Leão Rugidor”, era apenas a segunda fase da Operação “Leão Ascendente”.

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