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A ilha do Corvo, nos Açores, vai passar a contar com uma Incubadora de Empresas e Negócios de Base Local e Tecnológica, criada pelo município, cujo regulamento foi hoje publicado em Diário da República.

No preâmbulo do regulamento, é sublinhado que o investimento na criação da incubadora “tem como objetivo prioritário dotar o município de uma infraestrutura capaz de desenvolver e revitalizar o ambiente económico e empreendedor local”.

“A incubadora consubstancia uma aposta estratégica na promoção do empreendedorismo local, através da disponibilização de uma oferta qualificada de serviços de incubação e aceleração empresarial, prevendo-se nesse sentido fomentar a criação de novos negócios, suportados numa rede capacitada”, refere o documento.

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Pretende-se que a incubadora “corporize, igualmente, uma estratégia municipal catalisadora do crescimento inclusivo e sustentável, prioritariamente orientado para os setores fundamentais para a economia local, tais como o turismo sustentável, o agroalimentar, a economia do mar e os serviços de apoio às pessoas e às empresas”.

O projeto visa ainda “alavancar e dinamizar novos negócios suportados num novo perfil de especialização, particularmente nas áreas do empreendedorismo tecnológico, com orientação estratégica para novos produtos diferenciadores baseados nos recursos naturais da ilha, visando novos mercados e a internacionalização”.

A incubadora irá oferecer 20 postos/empresa, pelo menos seis espaços de ‘coworking’, sala de reuniões/formações, bem como áreas comuns de fomento à cooperação e ao aproveitamento de sinergias com a comunidade local.

A Entidade Gestora da Incubadora do Corvo é a Câmara Municipal do Corvo.

As empresas incubadas têm um prazo de permanência de um ano, prorrogável por igual período, até um máximo de três anos.

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