O FC Porto sagrou-se hoje campeão nacional de futebol pela 31.ª vez na sua história, após vitória frente ao Alverca, por 1-0.
O FC Porto, orientado pelo italiano Francesco Farioli, chegou assim aos 85 pontos, mais 9 que Benfica, segundo classificado, e doze que Sporting, terceiro na tabela com menos um jogo, quando faltam duas jornadas para o final.
No Estádio do Dragão, a equipa da casa, que só precisava de empatar para assegurar o título, adiantou-se no marcador aos 41 minutos com o golo de Bednarek a fazer o resultado que se manteria inalterado até ao final.
Na contabilidade geral, a liderança continua com o Benfica, campeão nacional em 38 ocasiões, seguido por FC Porto, agora com 31 títulos nacionais, e Sporting, com 21.
FC Porto cumpre e já festeja o 31.º título português de futebol
O FC Porto aproveitou hoje o primeiro ‘match point’ para conquistar o 31.º título de campeão português de futebol, ao vencer em casa o Alverca, por 1-0, em jogo da 32.ª jornada da I Liga.
Pouco tempo depois de o Benfica ter empatado a dois golos em casa do Famalicão, os ‘dragões’ passavam a precisar de apenas um ponto para voltar, quatro anos depois, a erguer o mais importante troféu do futebol português.
Sem fazer uma exibição de encher o olho num lotado Estádio do Dragão, o FC Porto conseguiu a 27.ª vitória na edição 2025/26 do campeonato, graças a um golo do central Bednarek aos 41 minutos.
Com este triunfo, os ‘azuis e brancos’ mantêm a possibilidade de igualar o recorde de 91 pontos conseguido em 2021/22, então com Sérgio Conceição ao leme, precisando, para tal, de vencer os dois últimos encontros.
O FC Porto passou a somar 85 pontos, mais nove do que o Benfica e mais 12 do que o Sporting, que apenas joga na segunda-feira, em casa com o Vitória de Guimarães.
Antes, o Benfica tinha empatado a dois golos em casa do Famalicão e pode ser apanhado pelo Sporting no segundo lugar, embora mantenha vantagem no confronto direto sobre os ‘leões’.
Os ‘encarnados’ estiveram a vencer por 2-0, com golos de Schjelderup (13), de penálti, e Richard Ríos (19), mas, após a expulsão de Otamendi (55), mas o Famalicão empatou, por Mathias de Amorim (67) e Abubakar (78), mantendo-se no quinto posto, a quatro pontos do Sporting de Braga e com mais três do que o Gil Vicente, equipas com menos um jogo.
Na luta pela manutenção, apenas o 18.º e último e já despromovido AVS venceu, em casa do Nacional (14.º classificado), com o Arouca (11.º) a garantir matematicamente a permanência, ao empatar com o Santa Clara (13.º), e o Estrela da Amadora (15.º) a poder cair para zona de play-off, depois de perder com o Moreirense (oitavo).
Na estreia do treinador italiano Cristiano Bacci, os ‘tricolores’ ainda se colocaram em vantagem por 2-0, após duas grandes penalidades convertidas por Jovane Cabral (13 minutos) e Ianis (36), mas não impediram a quinta derrota consecutiva.
O tranquilo Moreirense conseguiu a reviravolta com golos de Alanzinho, aos 45+1, na recarga a um penálti que tinha desperdiçado, de Luís Hemir, aos 73, e de Maracás, aos 90+4, deixando o Estrela da Amadora em risco de cair para o 16.º lugar, de play-off de manutenção, caso o Casa Pia vença o Tondela (17.º).
O Nacional podia ter-se afastado ainda mais dos lugares de despromoção, mas a derrota em casa com o lanterna-vermelha AVS manteve-o com os mesmos 31 pontos, mais cinco do que o Casa Pia e três do que o Estrela da Amadora.
No Funchal, o AVS conseguiu a segunda vitória da temporada e a primeira em casa, ao surpreender o Nacional, que até esteve em vantagem, com um golo de Filipe Soares (04 minutos), mas viu o conjunto nortenho virar o resultado, por Pedro Lima (22) e Guilherme Neiva (63).
Em Arouca, a equipa da casa assegurou matematicamente a manutenção, com um empate a dois golos com o Santa Clara, num encontro em que esteve duas vezes em vantagem, com golos de Hyunju (08 minutos), que viria a ser expulso aos 66, e Tiago Esgaio (83), sendo que os açorianos empataram por Gabriel Silva (10) e Elias Manoel (90+5).
Com esta igualdade, o Arouca chegou aos 36 pontos, enquanto o Santa Clara está mais perto de garantir a manutenção, com 33, mais sete do que o Casa Pia.




