PUB

“Também sei, não criando qualquer alarmismo, que estamos completamente falidos e, estando a região completamente falida, quero saber onde vamos arranjar dinheiro para dar seguimento ao hospital. Há algum protocolo com a República neste sentido? Há fundos europeus para isso? Ou vamos continuar alegremente a dizer que vamos ter um novo hospital, mas na verdade, como podem constatar, não temos nada”, alertou.

Apesar de indicações de que o projeto “ia aparecer ao fim de um ano”, o deputado denunciou que já se passaram dois anos desde o incêndio “e a informação é que está em fase de conclusão”.

“Quando vir o projeto vou acreditar. É que não se esqueçam que, para além de todos estes projetos, há um processo de contratação pública. Há uma série de burocracias e estamos a falar, em bom rigor e sendo otimistas, que as obras do hospital possam começar no mínimo daqui a três, mas supostamente dentro de quatro a cinco anos”, disse.

PUB

José Pacheco sustentou que o Chega não aceita este prazo e questionou: “pergunto aos açorianos, e especialmente aos micaelenses, se acham isso aceitável. Se acham que isso é um prazo para termos um hospital, o maior hospital dos Açores, que acolhe não só pessoas desta ilha, como acolhe também de outras ilhas e bem”.

PUB