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Ao invés de um Prémio Nobel da Paz em segunda mão há de ser arquitetado o acróstico para o político mais notável da globalização. Tolerado pelo poder que detém o líder há de também passar pela transmigração tais são os sentidos e os contrassentidos da política que implementou a que alinharam os aliados, incapazes na sua maioria e por isso perfilados para a academia do prémio num ‘hemisfério’ ocidental que se acha dominante na “aldeia global”, mas desenganado do exclusivo do domínio dos avanços tecnológicos nas comunicações e nas agressões.

O ‘líder’ persegue um ideal, de comportamento que se presta a um esquisso bizantino, sobre um séquito de próximos capazes da simonia e incutir a racionalidade no caos por falência só igualável ao comunismo quando limitou tudo à fome e de forma balética prescrevia a sensação de abundância.

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Bem, enquanto a política internacional está suspensa pelo abre e fecha a estirpe dos políticos de que fala este texto cujo cadastro pertence ao ambiente político de virtuosismo retórico que exclui; o assassinato do líder espiritual de milhões de xiitas, o aiatolá Ali Khamenei. Em seguida, destruiu os complexos desportivos Azadi e Besat, o parque aquático Azadegan, o Estádio Shahidan Esmaeili e o Ginásio Polidesportivo Shahid Eskandarloo em Teerão. Seguiu-se o ataque à Escola Primária Minab. Atacou prédios da Cruz Vermelha, os hospitais Gandhi, Motahari e Khatam em Teerão, e o Hospital Abouzar em Ahvaz. Bombardeou diversos depósitos de combustível em Teerão, libertando grandes quantidades de hidrocarbonetos para atmosfera, incluindo óxidos de enxofre e nitrogénio, causando chuva ácida, a morte e incêndios de grandes proporções. Bombardeou locais culturais, como o palácio da dinastia Qajar, o Golestan. E, provavelmente devido à confusão, bombardeou escritórios da UNESCO e da OMS, assim como o Instituto Pasteur do Irão.

Recorrência americana, a ‘luta contra a ameaça atómica’, quando desde 1988 não há confirmação de um programa militar atómico iraniano, a central nuclear civil de Bushehr foi bombardeada por quatro vezes, pondo em risco de destruição o sistema de resfriamento e a disseminação da radiação das águas da região. As políticas ‘comuns’ defendem o que destroem por cumplicidade e de modo antifonal.

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