Da besta ao divino, à prosperidade, o simbolismo representou-se agregador assim como fantástico. Nova força e alternativa à tentativa de convencer com a narrativa e outros símbolos democráticos para ópio de algumas geografias. Tal valor nominal equivale a promovê-los na Lua… sob os auspícios da ciência mascarada. Ao invés, a perfídia mais recente, consubstancia-se na concorrência entre as potências políticas na exploração do Hélio, He-3, fundamental à produção de energia nuclear limpa.
No faroeste da política global, as figuras responsáveis pela deformação dos valores que deviam ser defendidos, assumem o comportamento passivo, cúmplice ou mesmo de corrupção ativa. Banal, porquanto a sociedade, as sociedades, perante a vulgaridade incorporam a aprovação implícita. Por revisionismo, digo assim, esses valores propalados como caraterísticas da civilização “Europeia” e por vezes Ocidental, deixaram de ser protegidos a partir de dentro. Digo ainda, não é endógeno, mera epistemologia. Sendo que nas lideranças, mesmo o mimetismo devia ser cognitivo e conferir algum conhecimento sobre as matérias em desenvolvimento. Porém, representam a aridez no maior deserto do mundo em matéria política. Os pressupostos da celebração de contratos – com a mais valia nos rasgos de comissuras – têm dupla face, a de celebração de colapsos, precisamente aquando das edições ‘bestseller’ políticas, esfumados os parceiros-fornecedores de confiança. – Fáustico! Disse eu. Lembram-se, no Gabinete de Trabalho, o que disse Mefistófeles a Fausto; Para quê essa retórica, a centelha/Tão inflamada a um excesso tal?/Serve qualquer papel que à mão tiveres,/Se com um pingo de sangue assinares. Ao que Fausto respondeu: Faça-se a farsa como tu quiseres,/Se isso te dá um gozo especial./O sangue é seiva como outra não há. Retorquiu, Fausto.
E todos nós sabemos o quanto tem sido feito para munir tal tinteiro!
Ao abrigo do direito irracional – não é gafe – a ameaça, praxis das invasões ilegais… o absurdo que deixa os aliados, a saudarem o cessar-fogo sob ameaças apocalíticas de um líder dionisicamente omnipotente, só se os deve comparar com majoretes, de facto.
Na nova leitura do Direito Internacional, os Estados atacados podem responder contra o seu agressor para além do seu território, i.e., sobre as bases militares que a partir de fora partilham a agressão e por lógica contra os Estados terceiros que acolhem essas bases. Nunca, desde a criação das Nações Unidas, um Estado atacado respondeu beligerante contra o território de um terceiro Estado. Há muito que esta lógica defensiva estava esquecida, particularmente na circunstância da globalização económica. Isto não é um enigma.




