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Estamos praticamente a uma semana da primeira dominga e da famosa procissão dos Enfermos no Vale das Furnas.

Num ano em que os caminhos de acesso às Furnas, mas também à Ribeira Quente, estão repletos de lindas azáleas em flor – um espetáculo digno de se ver -, a que acrescem os bonitos rododendros e as últimas cameleiras, com a sua beleza extraordinária.

Pode-se afirmar que, este ano, o clima tem ajudado as azáleas, fator fundamental para o seu desenvolvimento e conservação; a chuva e o sol não convivem bem com esta flor.

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Para a semana temos a procissão dos enfermos, uma manifestação religiosa com muita fé e tradição nas Furnas, impulsionada pelo nosso primeiro Vigário, o Padre José Jacinto Botelho, e à qual se juntam os artísticos tapetes de flores, que levavam ao Vale multidões.

Como furnense e devoto da primeira Dominga, o meu coração está dividido quando se trata de enfeitar as ruas, principalmente se forem colhidas as azáleas das beiras das estradas e dos caminhos, já que o seu lugar deve ser no local onde estão, e os caminhos preferencialmente serem enfeitados com flores colhidas noutros lugares ou, mesmo, com o recurso a “flores com base em aparas de madeira tratadas”.

É uma opinião.

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