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Apesar de uma letra fazer toda a diferença de significantes e significados, da bula à burla vai à continuidade do Poder traficado entre o Céu e a Terra. Perpetua-se hobbesiano, observável, se não houver o convite à idiossincrasia por instância da preguiça de convocar, ‘as causa de um absurdo’ do pensador que viveu de 1588 a 1679. “Hipostático”, “transubstanciado”, “consubstanciado” e “eterno-agora” – o meu preferido de momento por mais cínico que pareça, sendo que é de facto.

Agora, a antífrase; a mudança do paradigma, nova metamorfose nas Relações Internacionais, protagonizada por ‘cowboys da série B’ para que decorra o menosprezo pelos factos, uma autêntica Chernobyl política em sede de rotação – crise institucional. Sendo ainda que a verdadeira razão da pena e o somniferum, que permite espreitar e julgar que não se é visto por entre a infobesidade.

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Por diversas assimetrias de ataque a um povo de perceções e realidades dos finais da Idade Média e durante Renascimento, que nós abandonámos. O Irão, uma civilização de a.C., éramos nós tribos errantes. De muçulmanos sunitas, expurgaram-se da influência invasora otomana, convertendo-se à força ao islamismo xiita. Confluiu nessa verve revolucionária a libertação da humanidade do colonialismo em que a vida valia o empenhamento pela causa da liberdade, no que resultou numa rede de alianças estrangeiras, a que do lado de cá chamaram de grupos armados por procuração – os ‘ocidentais’ viram nessa rede uma oportunidade para os seus interesses. Com o presidente Mahmoud Ahmadinejad deu-se a reorganização da política e autonomia religiosa e independência e distensão das fações, não obstante serem armadas pelo Irão. Cristãos e sunitas juntaram-se aos combatentes históricos xiitas. Coisa que a comunidade, da propaganda ocidental enviesou inclusive a falsidade intrínseca da conferência pan-islâmica organizada pelo aiatola, Ali Khamenei… um muçulmano caracteriza-se pela procura da verdade.

Enquanto se esgrimem fundamentos, por entre o comércio de pacotilhas de gadgets sobre o Médio Oriente, em traços que roçam a banda desenhada, mas não os propósitos de conteúdo das edições do Major Alvega, o eterno-agora de hoje recua séculos à pergunta: [Ora, quem é tão estúpido que cometa um erro em geometria e persista nele, quando outro o detecta e informa sobre esse erro?]

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