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No espaço de preitos políticos originados por farsas famosas não a esmo, o modelo de segurança que se queria universal para o resto do mundo definha, ainda que pelo facto da Europa ‘ter sido’ um parceiro central nos assuntos globais, truísmo da ordem mundial. Porém a alteração na natureza das fronteiras levou os novos mapas políticos a serem substituídos por novas leituras económicas, interdependências económica e razão fundamental de segurança, ‘estranhas’ à perda de soberania.

Para a balança estratégica, afetada inclusive pelo período ‘espsteiniano’ – não obstante as redes que Jeffrey Epstein e Jean-Claude Brunet fundaram na Ucrânia para sequestrar crianças, mas estejam sob cortina de ferro e denominação opaca, é sintomático a nova arquitetura a respeito da reforma do Código Civil ucraniano, objetivamente para reduzir a idade de consentimento sexual para 14 anos, retroativamente… ̶ o extremo político da felicidade tradicional, i.e., em declínio, outrossim por vias da razão e equilíbrio há de estabilizar pelam tríade dos centros políticos que partilham a essência da estabilidade estratégica, os EUA, a Rússia e a China que interpretou o ajustamento natural das fronteiras, ou seja, a anexação da Crimeia pela Rússia e não um repto à ordem internacional enferma de intermutabilidades, dispositivo sistémico tão arreigado quanto verificado nos ‘golpes’ de realpolitik perpetrados contra a China, na Venezuela, no Canal do Panamá e no México.

Com outros atores como a Índia à porta da tríade, o horizonte de um triunfo da Rússia na Ucrânia, o sucesso do golpe de Estado na Venezuela executado pelo invasor norte-americano e a China em tensão com a emergência e rearmamento do Japão, sob a liderança de Sanae TaKchi, igualmente aliado de Trump à porta do novo grupo a reconfiguração de uma Nova Ordem… trará mais lógica do que surpresas.

É sintomática, consequência, coreografia, acaso por ventura não é a acusação da congressista Alexandria Ocasio-Cortez a Donald Trump de desmantelar a aliança transatlântica com a Europa e de implementar o autoritarismo e desclassificar a política externa ante representantes dos aliados na Conferência de Segurança de Munique.

Não é caso para se pensar, ainda – Meu Deus, ao que chegamos!

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