Passámos pelo pináculo da expressão cool em propaganda política com o slogan, Soares é Fixe! Isso foi em 1986 sem equívocos circunstanciais de tempo e de teatro com Portugal de hoje, também em período de campanha presidencial. Mas também sem correlação comportamental com as evidências de Emmanuel Macron, ao usar óculos de ‘aviador’ espelhados durante o seu discurso na última cimeira de Davos. São irrelevantes se por acaso disso, um percalço periocular, não vá alguém associar as suas palavras [valentões] e [a lei do mais forte] do representante mais fraco do universo de sobrevivência de Estados, um redesenho darwinista do Presidente Trump para quem este deixar entrar na esfera satélite e imagéticas do Capitão América. Quanto ao object sur le nez, sugestionado por uma eventual hemorragia subconjuntival pondere-se porventura a cénica diversa, como aludiu o Financial Times, ‘é preciso falar com os idiotas que estão no poder’.
A comunicação em dissimulações por conta do acessório de apoio à language of clothing, em modo refrão, segue sobretudo a simbolicamente da degeneração visual, em política, de que é protagonista o presidente francês, desde pelo menos as narrativas de ilusão cinzeladas em setembro de 2017 e em 25 de abril de 2024, ambas na Sobonne. Estas partes do político à procura de alter ego para o master piece que pretendia o líder de uma Europa, sem capacidade inventiva e esforço construtivo, nem para se defender dos ecossistemas políticos subtrativos, cubriu-se sob o véu da obscuridade de captura imperativo universal McWorld, onde as políticas predatórias de Napoleão e de Hitler, com Donald Trump, através de sistemas democráticos rebuscam o “mecanismo de controlo de narrativas contrárias ao regime” e refinam as diversas derivadas como a ‘imposição de leituras da realidade’.
Após a criação de um ‘bazar’ para sede de um Conselho de Paz composto de Estados-membros correligionários do predicamento de indução aos povos dos meios para formar opinião, em concorrência com as Nações Unidas, recusado pela China de forma superlativa com que se espera que as academias do Ocidente atualizem as suas bibliotecas por forma a acompanhar a ideia de que a americanização, também, em política abnegou das conquistas civilizacionais.


