“Operação Militar Especial”, “Operação Resolução Absoluta” e “Mentalidade da Superação”, uma vez mais da narrativa sem arte nem engenho, spin-off! Como que baseado num livro de motivação de Dale Carnegie, cuja curiosidade não chega ao fim da contracapa, por falta do interesse perdido, na versão-cordel de um primeiro-ministro de ensaio num país da região comunitária de ‘walking dead’, de ressurreições políticas sob ícones, banalizado o discurso político, a todo o tempo, de tal recipiente vazio de forma ao máximo ruído.
De facto, celebérrimo; “Há qualquer coisa de podre no reino da Dinamarca” …
Apenas alguns ângulos de onde emerge 2026, entre cacos, um Golpe de Estado na Venezuela. Política de continuidade e do relicário do Direito Internacional, praticada de forma evidente desde dezembro último, por exemplo, em águas internacionais do Caribe, contra uma embarcação privada no decurso da atividade lícita do transporte de petróleo venezuelano, um Estado-membro das Nações Unidas, tendo sido os tripulantes sequestrados, apagados, literalmente, até agora. Sendo a navegação e comércio internacional lícito, protegidos, não se conhece a adoção da prerrogativa exclusiva do Conselho de Segurança, conforme os artigos, 39 e 42 da Carta das Nações Unidas, de uso de medidas coercivas contra ameaças à paz. Configurados estão, a violação de direitos e da prática de crime de pirataria.
Leia-se que o atual presidente dos EUA, segue, repito, uma linha de política estabelecida por George W. Bush. Não concluiu nada que possa surpreender e derivados das interações várias. Ainda nem começou a mudança de regime e governação da Venezuela a partir da Casa Branca ou melhor, Mar-a-Lago, na Flórida, sede política de Trump, entregue, ao que consta a Pete Hegseth e a Marco Rubio, como cordeiros aos lobos. Não se deve especular ainda sobre os aliciantes, por parte da CIA, à vice-presidência e à Defesa, venezuelanas detentoras de um apoio político de que mais não consta do que aquele que o presidente Maduro tinha no momento da sua deposição.
Nos próximos meses existe a forte probabilidade do que se chama a vietnamização da Venezuela, no que se conhece a partir de então e pelas influências dos Estados-fronteira como o Brasil e a Colômbia, no seu particular atuante, as FARC, traficantes e financiadas peculiarmente. Aliás, dos anos 70 do século passado, recente, fez ‘escol’, como a CIA controlava o governo venezuelano através do presidente Carlos Andrés Pérez. Consequência histórica, de um conjunto de políticas secretas falhadas que haveria de levar mais tarde, Hugo Chávez ao Poder.




















