O presidente do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro, manifestou-se confiante na eleição de Luís Marques Mendes para Presidente da República em 2026, sublinhando a relação próxima que o candidato tem mantido com os Açores e a valorização da autonomia regional ao longo do seu percurso político.
Falando num encontro de apoiantes da candidatura, em Ponta Delgada, Bolieiro afirmou que Marques Mendes tem demonstrado uma atenção constante às especificidades açorianas e à necessidade de uma governação nacional que tenha em conta todas as geografias do país, indo além de uma visão centrada no continente.
Segundo o líder social-democrata açoriano, o antigo dirigente partidário reconhece a autonomia política como um valor estruturante da democracia portuguesa e como instrumento essencial para a coesão territorial, defendendo uma abordagem solidária ao desenvolvimento das regiões ultraperiféricas.
José Manuel Bolieiro considerou ainda que Luís Marques Mendes reúne as condições para exercer uma “magistratura de influência” sensível às realidades insulares, defendendo que a Presidência da República deve alertar a governação nacional para as dificuldades específicas resultantes da dispersão geográfica e da insularidade do arquipélago açoriano.
No mesmo encontro, Luís Marques Mendes comprometeu-se, caso seja eleito, a realizar reuniões trimestrais com os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, numa iniciativa que classificou como inédita, com o objetivo de reforçar a articulação entre os órgãos de soberania e os governos das regiões autónomas.
O candidato presidencial anunciou ainda a intenção de integrar jovens no centro da agenda política da Presidência, defendendo que a experiência e a maturidade devem caminhar a par com a valorização de uma geração altamente qualificada e com capacidade para contribuir para o futuro do país.
Luís Marques Mendes afirmou que a sua candidatura assenta nos pilares da experiência, preparação, maturidade e qualificação, assumindo o compromisso de exercer o cargo com independência, imparcialidade e respeito por todos os portugueses, independentemente das suas opções políticas, apelando à mobilização dos eleitores nas eleições presidenciais marcadas para janeiro de 2026.




















