A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou sete vítimas mortais e mais de 1.500 acidentes rodoviários entre 18 e 23 de dezembro, no âmbito da operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, revelou hoje a força de segurança.
De acordo com os dados provisórios, entre as 00h00 de 18 de dezembro e as 23h59 de ontem, a GNR fiscalizou 48.596 condutores em todo o território nacional. Deste total, 430 conduziam sob o efeito do álcool, tendo sido detidas 240 pessoas por apresentarem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas por litro. Foram ainda detidos 78 condutores por falta de habilitação legal.
No mesmo período, foram detetadas 7.937 contraordenações rodoviárias, destacando-se os excessos de velocidade (1.275), a falta de inspeção periódica obrigatória (997) e a ausência de seguro de responsabilidade civil (323). A GNR sinaliza ainda infrações relacionadas com o uso do telemóvel durante a condução (211), a não utilização do cinto de segurança ou de sistemas de retenção para crianças (191) e a condução sob influência do álcool abaixo do limite criminal (190).
A sinistralidade rodoviária resultou em 1.572 acidentes, dos quais resultaram sete mortos, 32 feridos graves e 386 feridos ligeiros.
As vítimas mortais resultaram de diferentes tipologias de acidentes, incluindo colisões, despistes e atropelamentos, ocorridos nos distritos de Lisboa, Santarém, Beja, Leiria, Aveiro e Porto. As idades das vítimas variam entre os 23 e os 88 anos, envolvendo maioritariamente veículos ligeiros, mas também um veículo pesado e um motociclo.
A GNR adianta que continuará a reforçar a fiscalização rodoviária durante o período festivo, com especial incidência na condução sob o efeito do álcool e de substâncias psicotrópicas, no excesso de velocidade, no uso indevido do telemóvel, no cumprimento das regras de segurança, bem como na verificação da inspeção e do seguro obrigatórios e na correta execução das manobras de condução.




















