O Plano e Orçamento do Município de Lagoa para 2026 foi aprovado sem votos contra na Assembleia Municipal, num total de cerca de 28 milhões de euros em receitas e despesas — o valor mais elevado dos últimos 15 anos e representando um aumento de 13% face ao orçamento deste ano.
Segundo o documento, 18,4 milhões de euros serão destinados a diversas áreas de investimento, incluindo acordos de execução com as Juntas de Freguesia e apoios a instituições socioculturais, desportivas, recreativas e educativas. Habitação, ação social, saúde, cultura, educação, juventude, desporto, ambiente, promoção turística e lazer estão entre as prioridades definidas pelo executivo lagoense.
O orçamento contempla ainda projetos apoiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) — como a Estratégia Local de Habitação, Bairros Digitais e Mar 2030 — e pelo PO2030, num total de 10,4 milhões de euros. Paralelamente, cerca de 8 milhões serão investidos em áreas como Proteção Civil, mobilidade, rede viária, segurança, manutenção de edifícios, iluminação pública, água, resíduos e saneamento.
A autarquia prevê continuar a reduzir a dívida municipal, mantendo-se cerca de nove milhões de euros abaixo do limite legal de endividamento.
O presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, sublinhou que o orçamento agora aprovado “reafirma o compromisso com uma gestão financeira responsável, orientada para o investimento estratégico e para a melhoria contínua da qualidade de vida da população”. Para o autarca, as Grandes Opções do Plano para 2026 “representam um reforço significativo na capacidade de execução municipal”, permitindo avanços em obras estruturantes, no apoio às instituições locais e na garantia da sustentabilidade financeira do concelho.




















