Uma primeira penada da série que finalizará ao longo deste mês do primeiro quarto do século XXI, com o pressuposto do desejo e, assim o lema, [Sermos nós obriga a recusar a ilusão.]*
É uma adoção por necessidade de bom exemplo para apelo conveniente e evocativo de oposição aos políticos-corsários e formuladores de um inimigo, anatemáticos, contra quem e simultaneamente se definem a si próprios.
Nesse alastrar da política medíocre, nas derivas, desta vez, o grande socialista, “o Estado Social não se pode sobrepor à Segurança”, em ação de ‘círculo próximo’ o presidente do Conselho Europeu, não se faz rogado na manipulação dos valores referenciais no “horizonte político do nosso tempo”.
Há cerca de 5 dias, a Comissão Europeia reconfigurou uma proposta legislativa de continuação do financiamento à Ucrânia, para o biénio, 2026/2027, de consentâneo ao compromisso assumido pelo Conselho Europeu do fim de outubro, excluí o Estado-membro, Hungria. O peso financeiro e jurídico recai sobre os Estados-membros “de forma justa, como é tradição na Europa”, segundo a ortodoxia de Ursula von der Leyen. Tal lei contempla contornar a regra da unanimidade europeia quanto exigir a parcela da Hungria. Preste-se bem atenção a todo o roteiro de processo normativo e esclarecidos ficamos quanto ao reformismo nos valores referenciais europeus e na ‘tradição europeia’.
A Bélgica continua a opor-se a qualquer medida que possa ser considerada, confiscação de ativos russos congelados na Euroclear, para isso impõe proteções ao direito de propriedade e no que concerne ao seu Estado, no âmbito do distanciamento da União Europeia enquanto esquisso de potência belicosa e autoritária.
*Extraído de um texto da autoria de Ana Maria de Almeida Martins, Guilherme d’Oliveira Martins, Manuela Rêgo, sobre a Geração de 70, modelar contra a desistência ou da indiferença e definido segundo os autores, pelo constituinte, Antero de Quental.




















