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Uma ideia peregrina por razões óbvias, mas as da distinção pela boçalidade, bem como a do equívoco dos valores pelo preço do mais apócrifo, logo que seja rendível. Assim se associa a algo cada vez mais com a dimensão de universalismo, peculiar, político cada vez menos representativo. Por falta de predicados, costumo exclamar com a falta de nobreza de alma.

Aplicada a prótese; “(…) atento à aparência imutável do seu nome do que à fragilidade do seu ser, abandona-se a uma ilusão de imortalidade (…)”, emparelhado com a minoria dos meios traficante das ideologias lancinantes e oportunas e eis, estúpidos na plateia para a “coroação desastrosa da aventura terrestre.” De novo, agora em modo enxame digital, inclusivo e distanciado e dissolvido pelo Poder, na estabilidade estrutura a prazo, e claro, prestidigitação mirabolante – civilização cristã ocidental. Qual é a necessidade desta evocação? Salvo seja, a considerar a equação biológica, adenovírus, contágio por circum-navegação dos apotecários da política, tardios como aqueles medievais a serem ultrapassados pela medicina, somos todos agentes morais.

Por outro lado, a alegada trilogia do plano de paz para a Ucrânia; em poucos dias sugiram, a versão com 28 pontos apresentada por Trump, a versão com 24 pontos da União Europeia, ´casa de tolerância’ política de propensão francesa, alemã e britânica e ainda outra versão com 19 pontos da proação, Trump. Versões oficiosas, mas com ativação política no encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, há algumas semanas.

De Xi Jinping; “A China e os Estados Unidos devem ser parceiros e amigos. É isso que a história nos ensinou e o que a realidade exige.” A posição dos Estados Unidos é demonstrada pelo fato de que, minutos antes da reunião com Xi Jinping, Trump afirmou ter ordenado ao Pentágono que realizasse testes de armas nucleares “em pé de igualdade” com a China e a Rússia. Na verdade, a China não realiza testes nucleares desde 1996 e a Rússia desde 1990. E embora os Estados Unidos nunca tenham ratificado o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares, que proíbe a detonação de tais armas. Anteriormente, quantos presidentes norte-americanos foram a favor do Tratado?

À razão do binómio, versão-hostilidade, de momento, houve que evitar, “muitas memórias”.

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