O Orçamento que hoje é votado no nosso Parlamento, pretendendo que os investimentos do PRR ajudem a transformar a economia regional, tem um manifesto pendor de políticas sociais para proteger quem mais precisa.
O COMPAMID vai ajudar mais de vinte e cinco mil açorianos idosos na aquisição de medicamentos.
O “cheque pequenino” e o complemento ao abono de família crescem acima do valor da inflação, para apoiar quem mais necessita.
Quatro mil crianças vão beneficiar de creches gratuitas e 30 mil alunos de manuais escolares, também gratuitos.
Teremos o programa “Novos Idosos” a dar conforto e dignidade aos mais avançados na idade e o programa “Nascer Mais” a apoiar a natalidade.
E, claro, a “Tarifa Açores” a ligar como nunca as ilhas e as gentes.
O objetivo é, pois, claro em termos sociais: cuidar, ligar e apoiar quem mais precisa.
Em 2026 os Açores continuarão a ter menos impostos relativamente ao resto do país. Manter impostos baixos é proteger quem vive, trabalha e investe nas nossas ilhas.
Ao longo do debate, e até antes dele, não faltaram sentenças sobre a dívida e a despesa, feitos por quem depois, na hora das propostas, reclama sempre que se gaste mais.
Não se pode estar nos dois lados. É fácil falar em cortar despesa pública. Difícil é dizer onde cortar. Quem defende a contenção da despesa tem de ter coragem para apontar o que sacrifica. Mas não disse.
A solução é fechar salas de aula, cortar cirurgias e reduzir reformas, ou aumentar os impostos?
Sem prometer tudo a todos, importa garantir é que todos contam.
Há mais orçamento para além do PRR.




















