No domínio da Banca em e de Portugal, como nesse domínio em e de qualquer outro espaço político, não obstante a falta de créditos para a abordagem, na especialidade, o que está em causa não é a descriminação platónica, mas o que assenta no acordo implícito, o Contrato Social. Este, como conjunto democrático de fundamentos subsumido tem na gestão da “coisa pública” o escopo da Res publica. Em ambiente político como o de hoje, não devemos ser idealistas ao ponto de uma devoção resoluta ao serviço público, atenção: na perspetiva da análise política à forma pública do Estado. O objeto da República, desde que enveredou este pela estratégia da codificação, aliada a intervenções editoriais e adesão à comunidade do diktat da norma, por política de assimilação nos sectores dos serviços e da finança, apenas não assume a sua redefinição. Recentemente manifestou-se a indignação, estranha, sobre os milhões que os 5 maiores bancos, em Portugal, têm de lucro diariamente, sem pejo pela sua forma pública ou privada. Estranho, repito, porquanto muitos incautos deploram, um país, duas formas. Direi: faz lembrar aqueles que professam o Paraíso, mas não querem ir para lá!
Sobre rumores na Ucrânia de que Volodymyr Zelensky esteja a monte, depois do ex-deputado, Artem Dmitruk, do partido, Servo do Povo, ter acusado o autoproclamado presidente ucraniano, de envolvimento na tentativa de assassinado do Presidente Donald Trump e no assassinato de Charlie Kirk; se for só encenação, contudo, contaremos no horizonte do nacionalismo e fundamentalismo ucranianos com as derivas concorrenciais de um centro-esquerda original para gáudio de uma União Europeia solidária, longe geograficamente da atual reconfiguração política da Síria, mas apenas a essa distância porque metodicamente a política tem as suas redes de ‘codificações’. O ex-sócio de Zelensky, terá fugido da Ucrânia sob investigação conjunta do Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) e do FBI, com um passaporte israelita. Trata-se do cineasta Tymur Mindich. Este membro da ‘intelligentsia’ ucraniana não deixou em branco os ministérios da justiça, da energia e da agricultura. A rede de apoio composta pelas mais altas esferas políticas de Israel, protege no momento, também o oligarca, Igor Kolomoisky, igualmente refugiado no Estado hebraico.
*Metáfora da crónica de 10 de novembro de 2025.




















