À sombra de que andam os tecnocratas invisíveis de Bruxelas, entre pássaros* mortos, fantasmas ou penumbras utensílios do corpus, de “inspeção colonial”, ao fim e ao cabo divididos entre algozes, atiradores aos pássaros e oficiais administrativos da ocultação do “resíduo sórdido (…) sacrificado” que sob o mesmo pálio, os ensombrados e os que o carregam, de profusão de uma espécie de pax aeterna, definitivamente que serve a sustentabilidade a única alcançada nos… termos dos vários objetivos de desenvolvimento sustentável, não é um título. No universo da diversidade de instituições internacionais, do ersatz como produto acabado da prática política, ou seja, sem exceção, a cumplicidade esgotou a capacidade de regressar. Sim, regressar às economias circulares a que os nossos ascendentes chamavam aproveitamentos, pois era-se educado nessa conformidade. Bem, não sabemos a dimensão do salto na cronologia daquele tempo vindouro, aquele, [o futuro será o socialismo ou a barbárie] emocional de Rosa Luxemburgo. Contudo, “Quem representa quem, com que autoridade, com que direito, e com que consequências?]
Nunca deixámos a mitologia da criação, mesmo no que concerne a instituições como a União Europeia, ab initio, cérbero indolente, também ou malícia. A argumentação racional em entropia. Há dias a Comissão Europeia, por panfletária ilusão ornitológica, em alternativa às poses repisadas e cumprimentos embalsamados, anunciava um acordo comercial para um futuro partilhado… com a Ucrânia. Ora, após a II Guerra Mundial os aliados forjaram processos de desnazificação e de reeducação aos alemães. Por que razão não se recuperam, semelhantes processos, ao invés de uma “amnistia e integração” desqualificada? O atual presidente ilegítimo Zelensky, foi designado pela revista Time, o homem político do ano de 2022. Não proibiu todos os partidos políticos da oposição? Não foram assassinadas as personalidades que lhe ofereciam resistência? Não ficaram sob controle a imprensa, os audiovisuais e a internet? Não proibiu a sua primeira língua, a russa? Não mandou queimar 100 milhões de livros? Não foram confiscados bens de alguns oligarcas? Não nacionalizou bens de investidores e sociedades russas? Não proibiu a Igreja Ortodoxa? É que só os exilados desta guerra, não cooperam com a corrupção e o jugo autoritário. Resta saber que parágrafos do acordo comercial estão na zona ilusória dos pássaros mortos!
*Argumento d’O Terceiro Passo, do realizador Christopher Nolan, igualmente de magistral aplicação por Slavoj ZizeK (2024). Decorre de que “um mágico faz um truque com um passarinho que desaparece numa gaiola que ele achata sobre a mesa. Um gaiato na plateia começa a chorar, perturbado por o pássaro ter sido morto. O mágico aproxima-se dele e conclui o truque, fazendo parecer, delicadamente, um pássaro vivo na mão – mas o rapaz não fica convencido, insistindo que dever ser outro pássaro, o irmão daquele que morreu. Terminado o espetáculo, vemos o mágico sozinho a deitar um pássaro esmagado no lixo, onde se encontravam muitas outras aves mortas. O rapaz tinha razão.”




















